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INE revela "redução menos intensa" da atividade económica em agosto

Em Portugal, não considerando médias móveis de três meses, a atividade económica tem vindo a registar reduções expressivas mas progressivamente menos intensas entre junho e agosto, segundo o INE.

INE revela "redução menos intensa" da atividade económica em agosto

A informação disponível até ao momento dá conta de uma "redução menos intensa" da atividade económica em agosto, de acordo com os dados revelados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

"Em Portugal, não considerando médias móveis de três meses, a atividade económica tem vindo a registar reduções expressivas mas progressivamente menos intensas entre junho e agosto", pode ler-se no relatório do INE

De uma maneira geral, o indicador de confiança dos consumidores aumentou em agosto, após ter diminuído no mês anterior, tendo o indicador de clima económico continuado a recuperar em agosto, à semelhança dos três meses anteriores, das fortes reduções verificadas em abril.

Já o montante global de levantamentos nacionais, de pagamentos de serviços e de compras em terminais de pagamento automático na rede multibanco diminuiu 8,1% em agosto, em termos homólogos, após ter diminuído 9,7% em julho.

As vendas de veículos automóveis registaram taxas de variação homóloga de -0,1% nos automóveis ligeiros de passageiros, -40,5% nos comerciais ligeiros e -7,2% nos veículos pesados (-17,6%, -19,4% e 67,3% em julho, respetivamente).

De acordo com as estimativas mensais do inquérito ao emprego, a taxa de desemprego (15 a 74 anos), ajustada de sazonalidade, situou-se em 8,1% em julho, mais 0,8 pontos percentuais (p.p.) que o valor definitivo registado em junho (6,3% em abril e 6,5% em julho de 2019). A taxa de subutilização do trabalho situou-se em 15,7%, mais 0,2 p.p. que no mês anterior (12,9% no período homólogo de 2019).

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi nula em agosto (variação de 0,1% em julho), observando-se uma taxa de variação de -0,1% na componente de bens (-0,2% no mês anterior) e de 0,1% na componente de serviços (0,6% em julho).

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