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Há menos confiança, mas aumentaram os gastos em bens de grande consumo

Confiança dos portugueses está abaixo da média europeia, por causa da pandemia, de acordo com um estudo da Nielsen. Por outro lado, os bens de grande consumo apresentaram no segundo trimestre do ano uma forte tendência de crescimento.

Há menos confiança, mas aumentaram os gastos em bens de grande consumo

A pandemia 'roubou' confiança aos portugueses, sendo que o indicador por cá está abaixo da média europeia, mas os dados do segundo trimestre mostram também que os gastos em bens de grande consumo aumentaram, de acordo com o estudo 'The Conference Board Global Consumer Confidence Survey' divulgado pela Nielsen. 

"O grau de confiança registado entre os consumidores portugueses registou uma quebra de 31 pontos em comparação com período homólogo, ficando abaixo da média europeia", de acordo com um comunicado a que o Notícias ao Minuto teve acesso. 

No segundo trimestre do ano, período que foi mais afetado pelas restrições associadas ao controlo da pandemia, Portugal obteve uma "quebra acentuada face aos trimestres anteriores e caindo da 'marca' dos 90 pontos atingida ao longo do último ano", de acordo com o mesmo estudo. A queda do indicador foi generalizada, mas importa sublinhar que em Portugal esta "diminuição é especialmente notória".

Quais são as principias preocupações para os portugueses? Economia e saúde. "O valor alcançado para o fator saúde atinge neste período uma marca histórica, evidenciando o efeito e os novos receios associados à pandemia da Covid-19."

Bens de grande consumo crescem

Os Bens de Grande Consumo apresentaram no segundo trimestre do ano uma forte tendência de crescimento (+8,2%), tal como já tinha a acontecer no primeiro trimestre (+14%), de acordo com o mesmo estudo. Portugal posiciona-se assim no 14.º lugar entre os 21 países analisados no estudo.

"Mesmo em tempos de incerteza nos que diz respeito às finanças dos consumidores, as vendas dos Bens de Grande Consumo no segundo trimestre de 2020 são impactadas pelo efeito da pandemia Covid-19, particularmente no que respeita ao fator volume, que regista crescimentos significativos", refere Ana Paula Barbosa, Retailer Vertical Director da Nielsen Portugal, citada no mesmo comunicado. 

A justificação é que "num período marcado pelo confinamento obrigatório e pelo encerramento de centros comerciais, restaurantes, e outros estabelecimentos comerciais, as lojas de retalho alimentar mantiveram-se em funcionamento e direccionaram, com sucesso, todos os seus esforços para apoiar e fornecer os seus consumidores numa altura tão atípica como a que vivemos", sublinha Paula Barbosa.

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