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Lucro da Saudi Aramco cai 50% no 1.º semestre para 19,7 mil milhões

A petrolífera Saudi Aramco alcançou 23,2 mil milhões de dólares (cerca de 19,7 mil milhões de euros) de lucro no primeiro semestre deste ano, menos 50% do que em igual período do 2019, penalizado pela pandemia de covid-19.

Lucro da Saudi Aramco cai 50% no 1.º semestre para 19,7 mil milhões
Notícias ao Minuto

11:12 - 09/08/20 por Lusa

Economia Coronavírus

Já nos primeiros três meses do ano, o lucro líquido da gigante saudita cedeu 73,4%, face ao período homólogo, para 6,6 mil milhões de dólares (sensivelmente 5,6 mil milhões de euros).

No entanto, a empresa mantém a intenção de distribuir dividendos no segundo trimestre.

"A turbulência associada à redução da procura e aos preços baixos do petróleo refletiram-se nos nossos resultados", explicou, em comunicado, o presidente executivo da petrolífera, Amin Nasser.

Em abril e maio, o preço do petróleo atingiu mínimos de duas décadas, ficando abaixo de 20 dólares (perto de 17 euros) por barril, o que se justifica com a diminuição da procura devido à covid-19.

Posteriormente, os preços avançaram para 44 dólares (37 euros) por barril, após os países produtores terem decidido cortar a produção.

Devido a este corte, a produção de petróleo saudita caiu, em junho, para 7,5 milhões de barris por dia, abaixo da média de 10 milhões de barris diários registada em 2019.

O lucro da Aramco foi também afetado pelas perdas registadas na Saudi Basic Industries, a petroquímica que a empresa saudita comprou recentemente.

Apesar do impacto nas contas, a gigante saudita vai distribuir 18,75 mil milhões de dólares (15,9 mil milhões de euros) em dividendos no segundo trimestre.

A pandemia de covid-19 já provocou cerca de 722 mil mortos e infetou mais de 19,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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