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Plano de recuperação deve ter em conta recomendações de Bruxelas

Ursula von der Leyen diz que os planos de recuperação dos Estados-membros devem ter em conta as recomendações do organismo comunitário para cada um dos países, bem como estar alinhados com as prioridades europeias.

Plano de recuperação deve ter em conta recomendações de Bruxelas

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que os planos de recuperação que os Estados-membros têm de enviar para Bruxelas devem ter em conta as recomendações do organismo comunitário para cada um dos países, bem como estar alinhados com as prioridades europeias. 

"Do lado da Comissão, pedimos que alinhem com as prioridades europeias: o pacto ecológico europeu, combater as alterações climáticas, a digitalização e a modernização do mercado único, ou seja, aumentar a nossa resiliência e as lições que aprendemos com a crise. E há recomendações específicas por país, nas quais trabalhamos juntos. Para mim é muito importante que seja um processo de cooperação", disse Ursula von der Leyen, em entrevista à SIC e quando questionada sobre a exigência da Comissão na avaliação dos planos. 

Em maio, recorde-se, a Comissão Europeia deixou sete recomendações para ajudar Portugal a recuperar da crise causada pelo novo coronavírus, entre as quais a tomar as medidas necessárias para responder de forma eficaz à pandemia, apoiar a economia e estimular a recuperação, fortalecer a resiliência do sistema de saúde e, por exemplo, ajudar a preservar os postos de trabalho e garantir a proteção social.

O ministro de Estado e da Economia, Siza Vieira, disse, na terça-feira, que Portugal apresentará à Comissão Europeia um plano de recuperação económica em outubro.

"A comissão está disposta a dar ajuda técnica que for preciso. Porque é do interesse comum que o dinheiro seja canalizado para as reformas, para os investimentos, porque queremos sair mais fortes desta crise", diz Ursula Von der Leyen, em declarações à SIC. 

Entre os 45,1 mil milhões de euros que Portugal irá arrecadar, após o acordo da União Europeia (UE), incluem-se 15,3 mil milhões de euros em transferências a fundo perdido exatamente no âmbito desse programa para a recuperação, bem como 29,8 mil milhões de euros em subsídios do orçamento da UE a longo prazo 2021-2027.

O Conselho Europeu aprovou, esta semana semana, um acordo para retoma da economia comunitária pós-crise da Covid-19, num pacote total de 1,82 biliões de euros.

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