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Lucro da NOS cai 61% no 1.º semestre para 35 milhões de euros

O lucro da Nos caiu 61% no primeiro semestre deste ano, face a igual período de 2019, para 35 milhões de euros, resultado que a operadora de telecomunicações explica "pelos efeitos da pandemia covid-19", foi hoje divulgado.

Lucro da NOS cai 61% no 1.º semestre para 35 milhões de euros
Notícias ao Minuto

17:35 - 22/07/20 por Lusa

Economia NOS

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a NOS refere que o resultado líquido no período foi de 35 milhões de euros no semestre, o que compara com 90,2 milhões de euros nos primeiros seis meses de 2019, o que representa uma queda de 61,2%.

"A queda nos resultados explica-se pelos efeitos da pandemia covid-19, pelo aumento de custos não recorrentes, nomeadamente o aumento de provisões para fazer face ao aumento de dívidas incobráveis, efetuada no primeiro trimestre, entre outros", lê-se no comunicado.

"O contributo das empresas associadas deteriorou-se de forma significativa face ao período homólogo de 2019, com uma contribuição negativa da Sport TV e da ZAP, devido ao registo de imparidades e provisões", acrescenta a operadora liderada por Miguel Almeida.

As receitas totais caíram 7,6% para 666,6 milhões de euros e as de telecomunicações recuaram 5% para 652,8 milhões de euros.

Dentro do segmento consumo, a redução é explicada essencialmente pelo "declínio das receitas de canais 'premium' desporto".

Os resultados financeiros, "tal como já havia acontecido no primeiro trimestre, foram afetados pela pandemia nos segundos três meses do ano", refere a NOS, apontando que "nas telecomunicações, apesar da estabilidade e resiliência demonstrada, os maiores impactos foram sentidos na receita de subscrição de canais 'premium', em particular dos canais de desporto (Sport TV, BTV e Eleven Sports) que foram disponibilizados aos clientes de forma gratuita e nas receitas provenientes do 'roaming' internacional, fruto das restrições impostas às viagens internacionais".

O segmento empresarial "foi igualmente afetado, com algumas empresas a serem forçadas a reduzir os seus custos, tendo em conta a diminuição ou encerramento total das suas atividades, sobretudo no período de confinamento. Também a venda de equipamentos foi menor, fruto da reduzida atividade comercial e encerramento do comércio de retalho", sendo que "a atividade de cinemas e de audiovisuais foi a mais impactada, dado o facto de as salas de cinema terem sido encerradas".

O segmento de cinema e audiovisuais "registou uma forte desaceleração a partir do início de março, com as receitas a caírem 44% para 30,7 milhões de euros".

O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBTIDA) caiu 6,3% para 310,6 milhões de euros.

No segmento de telecomunicações, o EBITDA registou uma redução de 3,5% para 294,4 milhões de euros.

O investimento (capex total) do grupo, excluindo os contratos de 'leasing', atingiu, no primeiro semestre, 171,8 milhões de euros.

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