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Desaceleração da atividade empresarial na zona euro abranda em junho

A desaceleração da atividade empresarial na zona euro continuou a abrandar na zona euro em junho, pelo segundo mês consecutivo, acompanhando o alívio das medidas de confinamento devido à pandemia da covid-19, revelou hoje o instituto Markit.

Desaceleração da atividade empresarial na zona euro abranda em junho
Notícias ao Minuto

12:06 - 23/06/20 por Lusa

Economia Markit

O índice PMI composto da atividade global da zona euro situou-se nos 47,55 pontos em junho (mais 15 pontos do que em maio) e acima do mínimo de 13,6 pontos observado em abril e próximo dos 50 pontos que separam a expansão da economia da sua contração.

A produção industrial e a atividade do setor dos serviços voltaram a cair, sendo que no neste último setor de forma mais intensa, embora ambos mostrem quedas menores, pelo segundo mês consecutivo.

Apesar da quebra da atividade global na zona euro devido à pandemia de covid-19, resultante do encerramento de empresas não essenciais, no mês de junho percebeu-se que o relaxamento das medidas de contenção ajudou muitas empresas a reabrirem, aumentando a procura de bens e serviços.

A par do desconfinamento, o otimismo relativo aos próximos 12 meses também aumentou, situando-se no nível mais alto desde fevereiro passado.

Por regiões, a França liderou em termos de recuperação, já que a atividade global cresceu em todo o país pela primeira vez desde fevereiro passado, enquanto a Alemanha surge atrás da França, tendo-se observado uma queda mais forte na atividade em termos gerais.

Embora seja provável que o Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre se tenha contraído a "uma 'velocidade' sem precedentes" na zona euro, o Markit refere que a melhoria do índice PMI "dá mais suporte às expectativas de que o alívio das restrições do confinamento ajudará a por fim à desaceleração [da atividade] à medida que se avançar no verão".

Não obstante, o Markit estima que "o PIB cairá mais de 8% este ano" e considera que, embora a recuperação comece no terceiro trimestre, admite que "o seu impulso poderia diminuir rapidamente", a ponto de o crescimento da zona euro "levar três anos a recuperar para o nível pré-pandemia".

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