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Grupo Mota Engil garante que varredores de Gaia trabalham protegidos

O Grupo Mota Engil garantiu hoje à Lusa disponibilizar o material de proteção necessário aos varredores da Suma que trabalham no centro histórico de Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto.

Grupo Mota Engil garante que varredores de Gaia trabalham protegidos
Notícias ao Minuto

15:02 - 30/04/20 por Lusa

Economia Covid-19

Em resposta ao pedido de esclarecimento da Lusa feito na quarta-feira, o Grupo Mota Engil, que inclui a empresa Suma, a quem pertencem os varredores, assegurou que desde o início da pandemia que "observa todas as recomendações" das autoridades de saúde e de trabalho, "disponibilizando o material de proteção necessário para os colaboradores na medida das indicações existentes".

Na quarta-feira, o dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL), Eduardo Ferreira, denunciou que os "entre 15 a 20 varredores" trabalham "sem segurança sanitária" no centro histórico de Vila Nova de Gaia.

Segundo o sindicalista Eduardo Ferreira, os varredores da empresa concessionada pela Câmara de Gaia "trabalham sem luvas ou máscaras atribuídas pela empresa", que ainda lhes "nega o acesso às instalações, obrigando-os a pegar ao serviço na rua e, após este, a seguirem com a roupa de trabalho para as suas casas".

O sindicalista lamentou ainda que a empresa não siga os "bons exemplos de outras do setor, cujos funcionários mudam de farda de dois em dois dias e é feita a desinfeção dos respetivos armários".

"No que diz respeito às instalações, a Suma, mais uma vez seguindo as recomendações de segurança, decidiu solicitar aos seus colaboradores para se apresentarem equipados nos locais de trabalho como forma de proteção pessoal", justifica a empresa, com instalações em Vilar de Andorinho, em Gaia.

Para a empresa, "a aglomeração de colaboradores num espaço fechado poderia aumentar a probabilidade de contágio no caso de existir algum infetado, tratando-se assim de uma medida de proteção e mitigação de risco individual e também no seu conjunto para todos os que trabalham nesta operação".

A resposta do Grupo Mota Engil termina com a constatação de que "a eficaz observância destas questões de segurança permitirá à empresa continuar com a sua operação no melhor interesse de todos e de defesa da saúde publica".

À Lusa, também na quarta-feira, aquela autarquia do distrito do Porto respondeu que nos serviços que decorrem em articulação com o município é "exigida a utilização do equipamento de proteção devido", mencionando que isso "tem sido cumprido pela empresa".

Segundo o relatório de situação hoje divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), Vila Nova de Gaia mantém-se como o segundo concelho com maior registo de infetados pelo novo coronavírus, sendo agora 1.374, mais 52 do que os contabilizados na véspera. Lisboa, com 1.465 lidera esse registo.

Portugal contabiliza 989 mortos associados à covid-19 em 25.045 casos confirmados de infeção, segundo o boletim diário da DGS sobre a pandemia hoje divulgado.

Relativamente ao dia anterior, há mais 16 mortos (+1,6%) e mais 540 casos de infeção (+2,2%).

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