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Estado tinha excedente de 1.274 milhões até fevereiro, antes da Covid-19

De acordo com o Ministério das Finanças foi atingido o "valor mais alto de sempre até fevereiro".

Estado tinha excedente de 1.274 milhões até fevereiro, antes da Covid-19

Os números da execução orçamental revelam que as contas do Estado melhoraram para 1.274 milhões de euros até fevereiro, o que significa um aumento de quatro milhões em comparação homóloga. De acordo com o Ministério das Finanças, foi atingido o "valor mais alto de sempre até fevereiro", antes da chegada da Covid-19 a Portugal

Ainda assim, os números vão mudar a partir desse mês, refletindo o impacto da Covid-19 na economia portuguesa, como sublinha a tutela: 

"A partir do mês de março, a execução orçamental passará a estar integralmente condicionada pelos efeitos da pandemia do Covid -19 nos serviços públicos e na economia e pelas medidas de política adotadas para mitigar esses efeitos", pode ler-se num comunicado a que o Notícias ao Minuto teve acesso. 

A receita do Estado cresceu (3,5%) em linha com o crescimento da despesa (3,8%), sendo que a "comparabilidade em termos homólogos é afetada por operações com desfasamentos temporais", refere a tutela. Excluindo estes efeitos, o saldo apresentaria uma melhoria em cerca de 69,3 milhões, com um crescimento da receita em 3,1% e da despesa em 2,7%.

"O crescimento da receita resultou do forte desempenho da economia e do mercado de trabalho até fevereiro, ainda antes do início do surto do covid-19, com um reflexo no aumento em 7,4% da receita das contribuições para a Segurança Social. A receita fiscal cresceu 1,3%, influenciada pelo prolongamento do pagamento do imposto de selo até abril de 2020, destacando-se o crescimento de 3,2% do IRS e de 3,8% no IVA", pode ler-se.

E no Sistema Nacional de Saúde?

Revela ainda a tutela que a despesa primária cresceu 3,7%, ajustada de efeitos pontuais, "influenciada pelo expressivo crescimento da despesa do SNS em 7,6%, nomeadamente em despesas com pessoal (+8,2%), ainda não refletindo os efeitos do COVID-19. Este crescimento da despesa do SNS é particularmente expressivo, sobretudo pelo facto de a despesa no SNS já ter crescido a uma taxa elevada, de 4,8%, em 2019".

Além disso, "os pagamentos em atraso reduziram-se em 125 milhões face a fevereiro de 2019 explicado em grande medida pela diminuição dos pagamentos em atraso no SNS em 143 milhões", pode ler-se.

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