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Maiores retalhistas com quatro biliões de receitas no último ano fiscal

As 250 maiores retalhistas mundiais, incluindo a Jerónimo Martins e a Sonae SGPS, geraram 4,74 biliões de dólares de receitas (4,32 biliões de euros) no ano fiscal de 2018, encerrado em junho de 2019, foi hoje divulgado.

Maiores retalhistas com quatro biliões de receitas no último ano fiscal
Notícias ao Minuto

14:20 - 10/02/20 por Lusa

Economia Ranking

"As 250 maiores empresas mundiais de retalho geraram um total de receitas de 4,74 biliões de dólares no ano fiscal de 2018 (correspondente ao exercício encerrado até junho de 2019), um aumento de 210 mil milhões de dólares em relação ao ano fiscal transato, o que representa um crescimento de 4,1%", segundo o estudo 'Global Powers of Retailing 2020' da Deloitte, hoje divulgado.

A liderar o ranking ficaram as cadeias norte-americanas Wal-Mart, com receitas superiores a 500 mil milhões de dólares (cerca de 456 mil milhões de euros) Costco Wholesale e a Amazon, que entrou, pela primeira vez, para o top três.

A completar o grupo das cinco maiores retalhistas ficaram o alemão Schwarz Group e a norte-americana The Kroger Co., que, no anterior 'ranking', figurava no terceiro lugar.

Por sua vez, a ocupar a última posição, ficou a chinesa Chongqing Department Store Co.

No final da tabela figuram ainda as norte-americanas Save-A-Lot Food Stores Ltd (249.ª posição) e Ingles Markets (248.ª posição), bem como a japonesa Daiso Industries Co. (247.ª posição).

Os 10 maiores retalhistas contribuíram em 32,2% para a receita total gerada no período em causa, um valor superior aos 31,6% registados no exercício anterior.

O crescimento de receitas destas empresas (6,3%) ultrapassou a média do 'ranking' total, que se fixou nos 4,1%.

Por setor, o retalho alimentar, com 136 empresas, foi o que mais contribuiu para o top 250, representando 66,5% do total de receitas geradas no ano fiscal de 2018.

"Apesar do crescimento registado ao nível de receitas dos maiores retalhistas mundiais, há ainda muita incerteza relativamente aos resultados que o ano de 2020 pode trazer, quer pelas consequências político-económicas do 'Brexit' [saída do Reino Unido da União Europeia], uma vez que o Reino Unido tem um peso significativo no setor do retalho, quer pelo impacto da epidemia de coronavírus na economia chinesa e global. Ambos os fatores poderão vir a condicionar e alterar o comportamento dos consumidores a nível mundial", referiu, citado no mesmo documento, o líder de 'consumer' da Deloitte, Duarte Galhardas.

Por sua vez, Pedro Miguel Silva, sócio do setor de retalho da Deloitte, defendeu que "um dos principais fatores de diferenciação dos retalhistas europeus em relação ao resto do mundo assenta na capacidade de internacionalização dos seus negócios e na forte capacidade de aproveitamento do fenómeno da globalização".

Conforme apontou este responsável, as empresas começam também a investir no 'e-comerce' e na transformação digital dos seus negócios, "pelo que o potencial de crescimento pode vir a ser ainda mais significativo".

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