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"Tudo encerrado para ir para a rua à tarde", diz Ana Avoila sobre a greve

Em jeito de balanço da greve da Função Pública, a coordenadora da Frente Comum diz que a manifestação desta sexta-feira será "grande".

"Tudo encerrado para ir para a rua à tarde", diz Ana Avoila sobre a greve

A coordenadora da Frente Comum, Ana Avoila, mostrou-se confiante, esta sexta-feira, relativamente aos números da greve dos trabalhadores da Função Pública, adiantando que está "tudo encerrando para ir para a rua à tarde", altura em que decorrerá uma manifestação. 

Os trabalhadores da administração pública cumprem hoje uma greve nacional, a primeira da atual legislatura, e realizam uma manifestação, em Lisboa, com as várias organizações sindicais da CGTP e da UGT a anteciparem uma forte adesão aos protestos.

Entre os principais motivos para o protesto de hoje está a proposta "insultuosa como a que o Governo fez de aumentos de 0,3% aos trabalhadores da Administração Pública", recordou Ana Avoila durante a conferência de imprensa realizada hoje de manhã em frente ao Liceu Passos Manuel, em Lisboa.

Para a representante dos trabalhadores "não há argumentos para o Governo fazer o que fez durante o período da 'Troika'" porque agora "há dinheiro" e margem para avançar com aumentos salariais.

"Margem para aumentos há, não acreditamos é que o Governo tenha vontade de fazer os aumentos necessários para os trabalhadores da Administração Pública", disse Ana Avoila, referindo que os trabalhadores tiveram os salários congelados durante 10 anos e agora pedem um aumento de 90 euros que "não cobre os 133 euros necessários para repor o que perderam desde 2009".

"Esperamos milhares e milhares de trabalhadores na manifestação de Lisboa, vindos de todos os pontos do país", disse Ana Avoila, em declarações transmitidas pela SIC Notícias. 

A adesão dos funcionários das escolas e também dos professores e educadores "será grande", uma vez que a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) convocou uma greve para o mesmo dia para reforçar a mobilização do setor da educação para o protesto, adianta a dirigente sindical.

Esta é a primeira greve nacional da função pública desde que o atual Governo liderado por António Costa tomou posse, em outubro, e acontece a menos de uma semana da votação final global da proposta de Orçamento do Estado para 2020 (OE2020), marcada para 6 de fevereiro.

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