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Metro do Porto quer veículos reparados e à velocidade normal em breve

A Metro do Porto revelou hoje que prevê até ao fim do mês normalizar nos 80 quilómetros/hora a velocidade de circulação de 30 veículos com problemas na fixação dos patins eletromagnéticos, um equipamento de apoio à travagem de emergência.

Metro do Porto quer veículos reparados e à velocidade normal em breve
Notícias ao Minuto

13:30 - 24/01/20 por Lusa

Economia Transportes

"A Metro do Porto estima que, até ao final do mês de janeiro, a questão dos patins eletromagnéticos esteja definitivamente solucionada em todos os 30 veículos da frota Tram-train, podendo ser levantadas as limitações de velocidade e as ações inspetivas impostas" desde que a anomalia foi detetada, "no início de 2019", diz a empresa, em comunicado.

Fonte da Metro do Porto explicou à Lusa que aquelas viaturas circulam atualmente a uma velocidade máxima de 60 quilómetros por hora e estão sujeitas a inspeções antes do início de cada viagem, para além de terem os patins "fixados com abraçadeiras de metal".

Quando as composições estiverem todas reparadas, os 30 veículos vão poder retomar "a velocidade máxima da rede, que é de 80 quilómetros por hora", acrescentou.

A mesma fonte afirmou que foi o facto de um desses patins se ter soltado que "esteve na origem" do descarrilamento de uma composição do metro a 2 de dezembro, em Campanhã, Porto.

Fonte da empresa acrescenta que os patins não são os travões das composições do metro, nem sequer o seu travão de emergência, mas sim "um apoio à travagem de emergência".

No comunicado, a empresa refere que, "quanto ao problema detetado nos patins eletromagnéticos dos veículos Tram-train há cerca de um ano e após uma primeira e criteriosa avaliação, foram tomadas, logo no início de 2019, uma série de ações com vista à sua resolução".

"Essas ações foram reforçadas por outras, adicionais, implementadas desde novembro de 2019", assinala a Metro.

Acresce que "a investigação às causas da falha e à sua efetiva resolução tem vindo a decorrer com o apoio e o envolvimento do INEGI - Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Industrial da Universidade do Porto".

A Metro destaca que "todas as intervenções na frota de material circulante são efetuadas por equipas altamente competentes, compostas por profissionais certificados e comprovadamente habilitados e experimentados, no âmbito do contrato de subconcessão para a operação e manutenção vigente com a Via Porto e, também neste quadro e subsidiariamente, com a EMEF/CP".

"A segurança dos clientes é um valor absoluto da Metro do Porto, sendo totalmente inegociável. A segurança da operação da rede sempre esteve, está e estará totalmente assegurada pelo elevado padrão de exigência que colocamos e do qual não abdicamos", sublinha a empresa.

O Metro do Porto "transporta mais de 250 mil pessoas por dia, mais de cinco milhões por mês e de 70 milhões por ano", obrigando-se "a um compromisso de confiança total com os seus clientes".

"Qualquer veículo que não se encontre em totais condições para poder circular, que necessite de ser reparado ou apenas inspecionado, não circula e não é afeto à operação diária", assegura a empresa.

Tal é feito, acrescenta, "mesmo que leve a condicionamentos e provoque transtornos junto dos clientes, como se tem vindo a verificar linhas Vermelha (B) e Verde (C)".

"A qualidade do serviço aos clientes é o principal objetivo. Mas a segurança, sublinha-se, é um valor absoluto e é inegociável", destaca a empresa.

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