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Wall Street fecha em alta depois de Fed manter as taxas juro inalteradas

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em ligeira alta, depois de o banco central norte-americano, a Reserva Federal (Fed), parecer disposto a manter as suas taxas durante algum tempo, enquanto os investidores aguardam notícias das negociações sino-norte-americanas.

Wall Street fecha em alta depois de Fed manter as taxas juro inalteradas
Notícias ao Minuto

22:41 - 11/12/19 por Lusa

Economia Wall Street

Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average progrediu 0,11%, para os 27.911,30 pontos.

Mais fortes foram as apreciações do tecnológico Nasdaq, que avançou 0,44%, para as 8.654,05 unidades, e do alargado S&P500, que ganhou 0,29%, para as 3.141,63.

Os investidores estiveram hoje atentos à última reunião do ano da Fed sobre política monetária, que decidiu fazer uma pausa nas taxas de juro, depois de as ter descido por três vezes durante este ano.

A decisão de as manter no intervalo entre 1,50% e 1,75% foi tomada por unanimidade.

Apesar de Donald Trump reclamar em permanência descidas mais fortes das taxas de juro, a Fed deu a entender que as poderia manter durante 2020.

"É um pouco presunçoso da sua parte (Fed) fazer previsões a um prazo tão grande, na medida em que a situação económica ou a inflação pode mudar até lá", criticou Bill Lynchm, da Hinsdale Associates.

"Mas perante o crescimento relativamente modesto da inflação, que continua fraca, a Fed não pode, de momento, justificar qualquer alteração na sua política monetária", acrescentou.

As transações bolsistas continuaram moderadas ao longo da sessão, porque "numerosos investidores esperam para ver se o governo Trump vai aplicar a partir de 15 de dezembro as tarifas alfandegárias (sobre as importações provenientes da China) de que falou", considerou Lynch.

O Wall Street Journal noticiou na terça-feira que a aplicação de direitos alfandegários a importações oriundas da China e estimadas em 160 mil milhões de dólares (144 mil milhões de euros) poderia ser adiada, enquanto o principal conselheiro económico da Casa Branca garantiu que a medida continuava a ser ponderada.

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