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Wall Street fecha em baixa com expetativa da negociação EUA-China

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, com os investidores na defensiva, expectantes com informações concretas sobre as negociações comerciais sino-norte-americanas.

Wall Street fecha em baixa com expetativa da negociação EUA-China
Notícias ao Minuto

23:07 - 10/12/19 por Lusa

Economia Wall Street

Os resultados definitivos da sessão indicam que o seletivo Dow Jones recuou 0,10%, para os 27.881,72 pontos.

Com descidas da mesma ordem de grandeza, o tecnológico Nasdaq perdeu 0,07%, para as 8.616,18 unidades, e o alargado S&P500 cedeu 0,11%, para as 3.132,52.

"De todos os acontecimentos previstos na semana, os dois mais importantes são a imposição prevista para começar no domingo de uma nova série de taxas a aplicar às importações de produtos chineses (...) e as eleições legislativas antecipadas no Reino Unido", sublinhou Art Hogan, da National Holdings.

Segundo as sondagens mais recentes, os conservadores britânicos parecem ter vantagem, o que, aos olhos dos investidores, deve permitir sair da incerteza do Brexit.

Pelo contrário, a incerteza permanece elevada na frente das negociações comerciais entre os EUA e a China.

O Wall Street Journal, citando "dirigentes das duas partes", noticiou antes da abertura da sessão bolsista nova-iorquina que os EUA poderiam adiar a imposição de tarifas alfandegárias suplementares, previstas para 15 de dezembro que poderiam incidir sobre importações vindas da China no montante de 160 mil milhões de dólares (144 mil milhões de euros).

Mas o principal conselheiro económico da Casa Branca, Larry Kudlow, "afirmou, logo a seguir, que as tarifas ainda estavam totalmente em discussão, o que lançou a confusão total sobre o assunto", acentuou Hogan.

"Está a ser constantemente palavra contra palavra, o que torna impossível uma navegação correta sobre o assunto", considerou este analista.

E foi a esta impossibilidade que Hogan atribuiu a queda de hoje: "Foi sem dúvida a razão pela qual os investidores decidiram não dar nada por adquirido e esperar para ver o que efetivamente vai acontecer".

Por outro lado, representantes dos governos dos EUA, Canadá e México assinaram hoje o acordo final de comércio livre da América do Norte, ao fim de um ano de discussão.

Mas o texto só vai ser sujeito à apreciação do congresso dos EUA no início de 2020, segundo o chefe dos republicanos no Senado.

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