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Presidente da Ericsson Portugal lamenta atraso face a parceiros europeus

O presidente da Ericsson Portugal, Luís Silva, lamentou hoje o atraso de Portugal no lançamento da rede 5G comparativamente com os parceiros europeus, mas garantiu que a empresa está "totalmente" preparada para o arranque da nova vaga tecnológica.

Presidente da Ericsson Portugal lamenta atraso face a parceiros europeus
Notícias ao Minuto

13:13 - 27/11/19 por Lusa

Economia Ericsson

"Estamos atrasados. Em Portugal se tivermos em conta que na última vaga tecnológica, no 4G, chegámos a estar dois anos à frente dos nossos colegas da Comunidade Europeia. No que toca à vaga do 5G não é o caso", afirmou o responsável questionado num encontro com jornalistas, em Lisboa.

"É uma realidade. Não temos as frequências atribuídas. Se fizermos a analogia com os colegas de Espanha, já têm espetro atribuído e já há operadores comercialmente a vender o serviço. Nesse aspeto não estamos na primeira onda da vaga tecnológica", acrescentou Luís Silva.

De acordo com o presidente da Ericsson Portugal, apesar do atraso, a empresa está "totalmente preparada" para fazer o lançamento da nova vaga tecnológica.

"Não havendo frequências, não há disponibilidade de serviços", disse Luís Silva, lembrando que a Anacom quer dar início ao leilão de frequências em abril de 2020.

O responsável disse ainda que considera que existe o "espetro necessário para se prestar um bom serviço".

"Para termos um bom serviço na quinta vaga tecnológica, deveremos ter disponíveis entre 80 MHz e 100 MHz [por operadora]. Essa é a nossa recomendação para uma boa experiência de utilização em 5G", disse.

Na semana passada, no âmbito do 29.º congresso das Comunicações (APDC), o secretário de Estado Adjunto e das Comunicações, Alberto Souto de Miranda, afirmou hoje que "há atraso nos procedimentos" do 5G (quinta geração móvel), "mas não há ainda um atraso substantivo".

"Sinto um ar denso no auditório, mas há mais vida para além do 5G", apontou na ocasião Alberto Souto Miranda.

O governante salientou que o "5G é uma poderosa alavanca" para a economia e adiantou que o regulamento do leilão da atribuição da licença "incorporará as orientações que o Governo aprovar".

Referiu que as "obrigações de cobertura serão seletivas, setoriais e faseadas".

O secretário de Estado Adjunto e das Comunicações salientou que o objetivo "não é ter um 5G coxo", mas "também não é ter 5G reservado apenas a quem está".

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