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Participar nos CTT ou ter contrato "de concessão robusto" está em aberto

O secretário de Estado Adjunto e das Comunicações, Alberto Souto de Miranda, afirmou hoje que "participar no capital" ou "conseguir um contrato de concessão robusto" com os CTT "são vias em aberto".

Participar nos CTT ou ter contrato "de concessão robusto" está em aberto
Notícias ao Minuto

20:30 - 21/11/19 por Lusa

Economia ´CTT

O governante falava no encerramento do 29.º congresso das Comunicações (APDC), que hoje terminou em Lisboa.

Na sua intervenção, Alberto Souto de Miranda apontou que "2020 será igualmente o ano do novo contrato de concessão do serviço universal postal".

A digitalização das comunicações "coloca desafios civilizacionais ao serviço postal" e não se pode "esquecer que o país é diacrónico e que é necessário garantir períodos de transição que respeitem todos os segmentos sociais e os diferentes níveis de literacia digital", prosseguiu o governante.

"O encerramento meramente financista das estações de correios foi estancado e defenderemos a importância inclusiva que elas ainda possam representar, sem prejuízo de estar muito ciente de que tudo está a mudar e que o serviço postal não está imune a esse movimento inexorável", apontou.

"A presença do Estado nos CTT, que está na agenda política mediática, seja qual for a decisão -- que para desapontamento de todos não vou aqui anunciar -- não é necessariamente a única maneira do Estado acautelar interesses públicos relevantes, embora o 'benchmarking' [referência] europeu demonstre que todo o dramatismo deve ser retirado: em 28 países europeus só em quatro (Reino Unido , Países Baixos, Malta e Portugal) é que o Estado está totalmente ausente", referiu Alberto Souto de Miranda.

"Participar no capital ou conseguir um contrato de concessão robusto, mas adequado ao nosso momento histórico, são vias em aberto", referiu o secretário de Estado.

Alberto de Souto de Miranda disse não saber se "a imposição de uma bateria de indicadores de qualidade de serviço prolixa e muito exigente ainda faz sentido e está adequada às expectativas e necessidades que os próprios utentes sentem".

E acrescentou: "Não podemos olhar para o serviço de correio com os olhos do passado. O carteiro já só tocava duas vezes, porque lá estava a Jessica Lange".

Por isso, "repensar o âmbito do serviço universal postal" é "muito urgente e a Anacom [Autoridade Nacional de Comunicações] irá desencadear essa reflexão pública muito em breve", concluiu o governante.

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