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Responsabilidades do Fundo de Pensões do Montepio aumentam em 6 meses

As responsabilidades do Fundo de Pensões do Grupo Montepio aumentaram 85,6 milhões de euros no primeiro semestre do ano, de acordo com o Relatório e Contas da instituição detida pela Associação Mutalista Montepio Geral.

Responsabilidades do Fundo de Pensões do Montepio aumentam em 6 meses
Notícias ao Minuto

19:03 - 16/10/19 por Lusa

Economia Montepio

Segundo os dados disponíveis no relatório e contas do Banco Montepio, as responsabilidades com pensões de reforma e sobrevivência totalizaram os 828,1 milhões de euros no final do primeiro semestre de 2019, quando no final de 2018 chegavam aos 742,5 milhões.

De acordo com o banco, o aumento das responsabilidades foi devido ao "efeito associado à alteração do pressuposto atuarial da taxa de desconto que se traduziu num aumento das responsabilidades em 68,8 milhões de euros", bem como aos "acréscimos resultantes do custo de juros e serviço corrente em 11,5 milhões de euros e pelos desvios atuariais negativos de 15,1 milhões de euros".

A rubrica foi atenuada com o pagamento de pensões no valor de 11,2 milhões de euros.

O banco explica que devido à "apreciação efetuada sobre a adequação dos pressupostos atuariais, a taxa de desconto foi alterada para 1,60% em junho de 2019 (2,25% em 2018), tendo em consideração a evolução ocorrida nos principais índices de mercado relativamente a obrigações de elevada qualidade e com a 'duration' das responsabilidades do Fundo de Pensões".

Em 2017, as responsabilidades com o Fundo de Pensões atingiram os 740,8 milhões de euros, e em 2016 totalizou os 712,0 milhões de euros.

O Banco Montepio teve lucros de 3,6 milhões de euros no primeiro semestre, quatro vezes menos do que os 15,8 milhões de euros dos primeiros seis meses de 2018, o que o banco atribui à "menor eficiência fiscal", segundo divulgado em comunicado ao mercado em 20 de setembro.

De acordo com o banco, no comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), para a queda do resultado líquido em 77% contribuíram fatores como "menor contribuição do Finibanco Angola (-5,0 milhões de euros) e menor eficiência fiscal face à verificada no primeiro semestre de 2018 (+8,5 milhões de euros em impostos)".

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