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Precariedade? Costa "ficou a olhar para nós com ar de surpreendido"

O secretário-geral da CGTP esteve reunido esta quinta-feira com o primeiro-ministro indigitado, numa ronda com os parceiros sociais que marcará o dia.

Precariedade? Costa "ficou a olhar para nós com ar de surpreendido"

Arménio Carlos transmitiu, esta quinta-feira, ao secretário-geral do PS três preocupações da CGTP. Uma delas prende-se "com o salário mínimo nacional e o combate à precariedade"; outra é que “não podemos avançar na negociação da contratação coletiva e muito menos na valorização dos direitos dos trabalhadores enquanto continuarmos com uma legislação laboral que reduz os rendimentos que põe em causa a própria contratação coletiva”; e, por fim, preocupações relativas “a situações que precisam de ser ultrapassadas do ponto de vista das condições do trabalho e já agora do respeito às populações no que concerne aos serviços públicos”.

O líder sindical aproveitou também para comentar as mais recentes notícias da Caixa Geral de Depósitos (CGD), dizendo ser inadmissível que sejam os mais pobres a suportar mais encargos.

Mais uma vez se aplica aqui a velha máxima: como são mais os pobres em Portugal, a melhor forma de a CGD conseguir lucros é aumentar os encargos da utilização dos cartões e dos serviços que a esmagadora maioria dos pobres e trabalhadores fazem, para diminuir depois aos que têm melhores condições para pagar. Isto não faz sentido”, disse.

Do lado do secretário-geral do PS o que a CGTP ouviu foi que o primeiro-ministro “está interessado também em encontrar soluções para se resolver os nossos problemas”.

“Na nossa opinião, mais do que apenas e só falar na importância da estabilidade do país, essa estabilidade será tanto mais rápida e profunda quanto mais rapidamente também se der resposta aos trabalhadores, aos reformados e aos jovens”, defendeu Arménio Carlos, em declarações aos jornalistas.

O secretário-geral da CGTP contou ainda que questionou António Costa sobre como era possível os casos de precariedade que existem no país. E o que respondeu o primeiro-ministro? "Ficou a olhar para nós com ar de surpreendido. Agora é preciso que da surpresa se passe à realidade. E a realidade é responder a estes trabalhadores", atirou. 

Sobre a legislação laboral, concluiu Arménio Carlos, "ficou claro que não houve contraponto, não houve contra-argumentação, não houve uma defesa da posição do Governo relativamente às posições que são conhecidas". 

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