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Arranha-céus confiscado na China foi leiloado por mais de 660 milhões

O edifício foi vendido por um valor relativamente baixo, menos 40% do valor em que estava avaliado. O antigo proprietário, exilado nos Estados Unidos, diz que foi comprado por apenas 10% do seu valor real.

Arranha-céus confiscado na China foi leiloado por mais de 660 milhões

Um arranha-céus de 39 andares em Pequim, na China, que tinha sido apreendido em 2016, foi agora leiloado por um valor que é considerado uma ‘pechincha’: 5,19 mil milhões de yuans (cerca de 661 milhões de euros).

O arranha-céus, situado perto do estádio olímpico Ninho de Pássaro, tem uma arquitetura inspirada num dragão. A sua construção foi concluída e pertenceu até 2016 ao multimilionário chinês Guo Wengui. Mas em 2016 foi confiscado pelas autoridades chinesas quando Wengui foi acusado dos crimes de fraude e de suborno.

O multimilionário fugiu do país e muitos dos seus bens foram apreendidos e confiscados pelas autoridades chinesas, incluindo este arranha-céus. Um tribunal de Pequim decidiu que o edifício deveria ser leiloado, algo que aconteceu esta terça-feira.

O leilão online foi organizado pela Alibaba e decorreu durante 24 horas, mas só foram feitas duas ofertas e a propriedade, avaliada em 7,4 mil milhões de yuans (946 milhões de euros), foi vendida por menos 40% do seu valor.

Mas Guo Wengui, que está exilado nos Estados Unidos desde 2014, considera que o verdadeiro valor do arranha-céus é superior e que foi comprado por 10% do que realmente vale.

Atualmente, o arranha-céus ‘dragão’ é a sede na China da IBM.

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