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"Resultados não podem ser impostos antes de a mediação se iniciar"

Pedro Nuno Santos explicou o motivo pelo qual a mediação entre a Antram e o SNMMP caiu por terra.

"Resultados não podem ser impostos antes de a mediação se iniciar"
Notícias ao Minuto

21:56 - 20/08/19 por Filipa Matias Pereira com Lusa 

Economia greve dos motoristas

A mediação do Governo entre a Antram e o Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) caiu por terra. A Antram acusa o SNMMP de não ter aceitado o processo de mediação. Por sua vez, Pardal Henriques acusa a Antram de não querer evitar uma possível greve "por 50 euros". O ministro Pedro Nuno Santos lamenta o impasse.

No final da reunião que foi agendada para esta terça-feira depois de a greve dos motoristas ter sido desconvocada, o ministro com a pasta das Infraestruturas e da Habitação explicou que, "desde abril, o Governo está a trabalhar na mediação" e tentou "sempre assegurar que este conflito se resolvesse pelo diálogo. E foi isso que se tentou fazer hoje. No domingo ficámos com a ideia de que seria o fim deste processo. Queríamos garantir que estava tudo em aberto para uma real negociação". 

Porém, "infelizmente", indicou Pedro Nuno Santos, uma das partes - o SNMMP - não aceitou o processo de negociação. "Tentámos por todas as vias fazer com que as partes deixassem cair as pré-condições. Uma das partes não quis, mas, obviamente, uma mediação tem como objetivo chegar a resultados, eles não podem ser impostos antes de a mediação se iniciar". 

Entende o ministro que "há condições através da mediação para se chegar a resultados positivos. A Fectrans e o Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM) conseguiram. Era importante que o SNMMP também fosse parte da solução. E todos temos o direito de exigir que se respeite [o processo negocial]". 

O titular da pasta das Infraestruturas disse esperar que uma nova greve não venha a acontecer, sobretudo tendo em conta todo o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido ao longo dos últimos meses.

"O Governo continuará disponível para fazer o que está a fazer desde abril. Sabemos o impacto que este tipo de conflitos está a ter na vida de todos nós. Não tomamos o lado de nenhuma das partes neste conflito", assegurou Pedro Nuno Santos.

Recorde-se que o Governo aprovou na segunda-feira, em reunião eletrónica do Conselho de Ministros, o fim da crise energética declarada há 10 dias devido à greve de motoristas de pesados, a partir das 23h59 desse dia.

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