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"Não é uma greve às empresas, é ao país e aos portugueses", acusa ANTRAM

Os sindicatos de motoristas confirmaram a greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira.

"Não é uma greve às empresas, é ao país e aos portugueses", acusa ANTRAM

Após a decisão tomada pelos sindicatos de motoristas de manter a greve marcada para segunda-feira e por tempo indeterminado, o porta-voz da Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), André Matias de Almeida, reagiu referindo que o que "saiu deste plenário por parte dos sindicatos é uma grande vitória para os representantes desse sindicato e uma estrondosa derrota dos trabalhadores". 

“É completamente falso que a ANTRAM tenha de dar qualquer resposta quando está desde a primeira hora disponível para negociar aquilo que foi negociado", reagiu, fazendo referência à acusação de Francisco São Bento que dizia que a greve se manteria marcada “enquanto não houver uma proposta definitiva e uma resposta da ANTRAM ao nosso apelo".

"Continuam a sustentar 900 euros de aumento, que representam 2200 euros de salário para estes trabalhadores a partir de 2021, quando não há um único documento assinado, não os revelam aos trabalhadores, indiciam-nos para ir para greve nesse sentido sem nunca lhes demonstrar aquilo que assinaram com a ANTRAM”, e, continua André Matias de Almeida, "aquilo que sai hoje deste plenário é a prova provada que o Governo deve recorrer a uma requisição civil preventiva".

O representante refere ainda que "o Governo deve acautelar os portugueses. Esta greve não é às empresas, é ao país e aos portugueses" e que "os representantes se mostram insensíveis a qualquer tipo de bicha, de tipo de pânico, a qualquer tipo de manuseamento de matérias perigosas por parte de quem não tem experiência para o fazer”.

"É com toda a apreensão que assistimos ao que saiu deste plenário, que mais uma vez sustenta uma grande vontade que este sindicato tinha que era: de ir para greve", atirou André Matias de Almeida, criticando ainda o facto de "ao longo de todas as reuniões que existiram", os sindicatos terem negociado "sempre nesta postura de chantagem, nunca querendo olhar a argumentos e sempre com uma espada na cabeça da ANTRAM”.

O Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM) e o Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) decidiram hoje manter a greve com início na segunda-feira, por tempo indeterminado, após a realização de um plenário conjunto. Portugal está, a partir de hoje e até às 23h59 de 21 de agosto, em situação de crise energética, decretada pelo Governo devido à greve de motoristas.

[Notícia atualizada às 19h45]

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