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Eis como sobreviver à greve que poderá levar à escassez de combustível

As dicas são dadas pela DECO, a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.

Eis como sobreviver à greve que poderá levar à escassez de combustível

Os motoristas de matérias perigosas e de mercadorias convocaram, para o próximo dia 12, uma nova greve. Apesar de o Governo manter a esperança de que o protesto possa vir a ser desconvocado, tal ainda não aconteceu. Por isso, é melhor preparar-se para o pior.

A pensar nisso, e depois do que aconteceu na Páscoa, com o combustível a faltar na larga maioria dos postos de abastecimento do país, nomeadamente em Lisboa e Porto, a DECO decidiu prevenir os consumidores para uma paralisação que pode gerar novamente o caos.

Assim, os especialistas da associação elaboraram uma lista com cinco dicas – a que chamaram “manual de sobrevivência” – para ajudar os portugueses a prepararem-se para a greve. 

Abastecer o carro

Ateste o carro dois ou três dias antes do início da greve. Começada a paralisação, utilize a viatura apenas para deslocações indispensáveis e tenha uma condução eficiente para poder poupar combustível. Se for declarada uma crise energética, explica a DECO, “todos os postos de abastecimento são obrigados a afixar em local bem visível a lista de postos de emergência onde poderá encontrar combustível”.

Regras para os jerricãs

A DECO "desaconselha os consumidores a recorrerem aos jerricãs para enfrentar a crise dos combustíveis", uma vez que estes são perigosos. Por essa razão, é "proibido, devido ao risco de libertação de vapores e inflamação, armazenar nas arrecadações dos prédios combustíveis líquidos, tais como gasolina".

Quanto às limitações legais, a DECO recorda que "há limites para transportar jerricãs num carro particular: o máximo são 60 litros por recipiente. Quem não respeitar as regras incorre numa coima entre 750 e 2250 euros. No caso das pessoas coletivas, a coima varia entre 1500 e 4 500 euros". 

Transportes públicos, carpooling, bicicletas e trotinetes

Opte por se deslocar em transportes públicos ou pela partilha de boleias, o chamado carpooling. Pode também circular em bicicletas, trotinetes e carros elétricas. O ambiente até agradece!

Trabalho e saúde

Se não está de férias e se a sua profissão assim o permite, tente negociar com a entidade empregadora a possibilidade de trabalhar a partir de casa. Não se esqueça que a entidade patronal não é obrigada a aceitar como justificadas as faltas ao trabalho devido à greve.

"Na área da saúde, os serviços mínimos garantem as deslocações dos casos de urgência", recorda a DECO. Em caso de consultas marcadas, tente remarcar, e caso tenha um medicamento cuja embalagem esteja a terminar perto da data da greve, garanta uma embalagem a mais do fármaco.

Despensa e frigorífico

Vá ao supermercado antes da greve e opte por comprar produtos com uma duração alargada. Se possível, compre carne e legumes em quantidades acima do habitual para congelar.

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