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Ramos seguradores de vida e não vida concentrados em três empresas

Os ramos seguradores de vida e não vida estão concentrados em três seguradoras que têm, respetivamente, um conjunto de 68% e 50% de quota de mercado, de acordo com números divulgados hoje pela reguladora dos seguros no parlamento.

Ramos seguradores de vida e não vida concentrados em três empresas
Notícias ao Minuto

22:02 - 18/07/19 por Lusa

Economia Seguros

De acordo com a apresentação mostrada pela presidente da ASF, Margarida Corrêa de Aguiar, no parlamento, a Fidelidade é líder de mercado no ramo vida com 39% de quota de mercado, seguindo-se a Ocidental Vida, com 17%, e o Santander Totta Vida, com 12%.

Assim, neste ramo, as três maiores empresas concentram 68% do mercado dentro do universo de empresas de seguros a operar em Portugal, que compreende companhias "com sede em Portugal e na UE", de acordo com o regulador.

Neste segmento, seguem-se o BPI Vida e Pensões, com 6%, a GNB Seguros Vida, com 5%, o Bankinter Seguros de Vida, com 4% e a Allianz, com 3%, ficando 14% distribuídos entre outras empresas.

Já no ramo não vida a Fidelidade, detida pela chinesa Fosun, tem 26% de quota de mercado, seguindo-se as Seguradoras Unidas com 15% e a Allianz com 9%, que em conjunto representam 50% do mercado nesse segmento.

Seguem-se a Ocidental com 7%, a Ageas com 6%, a Liberty Seguros também com 6%, a Zurich, com 5%, a Lusitânia com 4% e a Generali com 3%, ficando 17% distribuídos entre outras empresas.

"Em 2018, a produção do ramo Vida da totalidade do mercado (8,1 mil milhões de euros) representava cerca de 63% do total da atividade seguradora", de acordo com o documento que também indica que há "30 empresas de seguros" neste ramo, com 17 debaixo de "supervisão prudencial" da ASF.

Já no ramo não vida, de acordo com a ASF, há "59 empresas" a operar em Portugal, "sendo 29 sob supervisão prudencial" do organismo, e em 2018 este ramo de mercado totalizava 4,8 mil milhões de euros e "representava cerca de 37% do total da atividade seguradora.

Em fevereiro já tinha sido conhecido que as seguradoras supervisionadas pela ASF lucraram, no total, 486 milhões de euros em 2018, mais 50,2% face a 2017, divulgou hoje o regulador de seguros.

O total da produção de seguro direto subiu 12,6% para 12 mil milhões de euros, sendo que no ramo vida subiu 15,9% para 4.371 milhões de euros e nos ramos não Vida de 7,3% para 7.676 milhões de euros.

Na sua audição na Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, Margarida Corrêa de Aguiar defendeu que a "preocupação" da ASF aumenta no caso de empresas com "maior dimensão".

Neste caso, a autoridade "tem que colocar uma maior intensidade e mais meios para o fazer".

Margarida Corrêa de Aguiar admitiu que a ASF tem "carência de pessoal" especialmente "na área dos riscos financeiros", devido à "dinâmica do mercado" que faz com que seja "muito difícil recrutar este tipo de especialistas".

No entanto, a líder da ASF disse que a autoridade não tem "razões de queixa" quanto a cativações.

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