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PSI20 segue em em alta. Jerónimo Martins e BCP a puxar pelos ganhos

A bolsa de Lisboa seguia hoje em alta, em linha com a tendência das congéneres europeias, com as ações da Jerónimo Martins e do BCP a puxarem pelos ganhos.

PSI20 segue em em alta. Jerónimo Martins e BCP a puxar pelos ganhos
Notícias ao Minuto

09:51 - 12/07/19 por Lusa

Economia bolsa

Pelas 08:45, o principal índice da bolsa de Lisboa seguia a avançar 0,47% para 5.210,14 pontos, com 12 ações em alta, duas em baixa e quatro inalteradas.

A liderar os ganhos seguiam a Jerónimo Martins e a Sonae, que avançavam 1,04% e 0,94% para 14,59 euros e 0,86 euros.

O BCP seguia, por sua vez, a avançar 0,85% para 0,29 euros, seguido da Galp que subia 0,22% para 13,90 euros.

Do lado das perdas, a Semapa e a EDP eram as únicas cotadas a negociar em terreno negativo, com as ações a descerem 0,33% e 0,09% para 12,20 euros e 3,37 euros.

Lisboa seguia a negociar entre uma Europa positiva, exceto Frankfurt, animadas com a possibilidade da Reserva Federal norte-americana (Fed) e do Banco Central Europeu (BCE) descerem as taxas de juro a curto prazo.

Os mercados estão cada vez mais confiantes de que as taxas de juro vão descer tanto na zona euro como nos Estados Unidos.

As atas da última reunião de política monetária do BCE de junho - publicadas na quinta-feira - indicam que o Conselho de Governadores do BCE está amplamente de acordo que a instituição "precisa de estar pronta e preparada para expandir ainda mais a política monetária ajustando todos os instrumentos" devido ao aumento da incerteza.

Nas atas da reunião de política monetária do BCE em Vilnius em junho, a instituição afirma que as medidas consideradas incluem voltar a comprar dívida, descer as taxas de juro e prolongar mais a orientação que faz sobre a política monetária.

No início de junho, o BCE afirmou que espera que as taxas de juro se mantenham nos níveis atuais pelo menos até ao primeiro semestre de 2020, voltando assim a adiar a subida das taxas de juros dos depósitos.

Em relação aos Estados Unidos, os mercados continuam confiantes numa descida dos juros depois do presidente da Fed, Jerome Powell ter alertado na quarta-feira para piores perspetivas económicas nos Estados Unidos devido às "tensões comerciais" e à "debilidade global", numa clara referência da possibilidade de um corte das taxas de juro no final do mês.

Se, finalmente, a Fed descer as taxas de juro esta será a primeira vez desde 2008.

Na quinta-feira, a bolsa de Wall Street terminou mista, com o Dow Jones a subir 0,85% para 27.088,08 pontos, um novo máximo desde que foi criado, em 1896, de 26.966,00 pontos, em 03 de julho.

Em sentido contrário, o Nasdaq fechou a descer 0,08% para 8.196,04 pontos, contra 8.202,53 pontos, atual máximo de sempre registado em 10 de julho.

A nível cambial, o euro abriu hoje em alta, a cotar-se a 1,1267 dólares, contra 1,1254 euros na quinta-feira.

O barril de petróleo Brent para entrega em setembro abriu hoje em alta, a cotar-se a 66,83 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, mais 0,31 dólares do que no fim da sessão anterior.

O barril de petróleo Brent esteve acima dos 85 dólares no início de outubro.

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