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Bolsa de Lisboa em baixa com CTT a liderar perdas

A bolsa de Lisboa estava hoje em baixa, com as ações dos CTT a caírem 1,34% para 2,07 euros.

Bolsa de Lisboa em baixa com CTT a liderar perdas

Cerca das 09h10 em Lisboa, o principal índice da bolsa, o PSI20, descia 0,10% para 5.079,66 pontos, com 12 'papéis' a descerem, quatro a subirem e dois inalterados (Galp Energia e Ibersol).

Na segunda-feira, a ANACOM determinou num comunicado que os CTT tinham 40 dias úteis para separarem os gastos afetos à atividade postal e à atividade bancária nas estações de correio e lhe enviarem informação.

O regulador referia no comunicado que esta decisão foi tomada após uma auditoria de 2016 ao sistema de contabilidade analítica dos CTT, na qual foi concluída "uma inadequada repartição de gastos entre a atividade postal e a atividade bancária ao nível da rede comercial (estações de correio)".

Além dos títulos dos CTT, os da Mota-Engil, Sonae Capital e Sonae SGPS recuavam 1,30% para 1,83 euros, 1,15% para 0,69 euros e 1,12% para 0,84 euros.

Em sentido inverso, as ações da Altri e da Pharol lideravam os ganhos, estando a avançar 1,26% para 5,62 euros e 0,67% para 0,15 euros.

Na Europa, as principais bolsas estavam hoje em baixa, com os investidores cautelosos devido às tensões entre os Estados Unidos e a China e o Irão.

Os mercados vão continuar atentos às tensões no Médio Oriente, apesar de Donald Trump ter assegurado que não procura uma guerra com o Irão e se ter mostrado disposto a um possível contacto mas sem condições, mas depois de ter imposto novas sanções ao líder supremo iraniano.

As tensões entre Washington e Teerão, depois do abate de um 'drone' da Marinha norte-americana pela Guarda Revolucionária iraniana, fez disparar na semana passada o preço do petróleo, que no caso do Brent -- o de referência na Europa -- arrancou hoje a sessão em alta.

Noutra frente, dos Estados Unidos com a China, os investidores mantêm-se atentos, apesar de esperarem que na Cimeira do G20 na sexta-feira no Japão os responsáveis dos dois países se reúnam e avancem para terminar a guerra comercial.

Na cimeira, está prevista a reunião entre o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o chinês, Xi Jinping, na qual poderão avançar para alcançar um acordo comercial entre os dois países.

Os mercados estão também pendentes da evolução política no Reino Unido, depois da demissão da primeira-ministra britânica, a conservadora Theresa May, em 24 de maio, e do 'pior' resultado de sempre do Partido Conservador da primeira-ministra nas eleições europeias, e cada vez temem mais um 'Brexit' não negociado.

Em Nova Iorque, a bolsa de Wall Street terminou mista na segunda-feira, com o Dow Jones a subir 0,03% para 26.727,54 pontos, depois de ter atingido 26.828,39 pontos em 03 de outubro de 2018, atual máximo desde que foi criado, em 1896.

Em sentido inverso, o Nasdaq fechou a recuar 0,32% para 8.005,70 pontos, contra o atual máximo de sempre, de 8.164,00 pontos, verificado em 06 de maio.

A nível cambial, o euro abriu em alta no mercado de divisas de Frankfurt, a cotar-se a 1,1398 dólares, contra 1,1396 euros na segunda-feira.

O barril de petróleo Brent para entrega em agosto abriu hoje em baixa, a cotar-se a 64,09 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, contra 64,18 dólares no fim da sessão anterior.

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