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Wall Street fecha em alta depois de Fed decidir manter as taxas de juro

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, depois de o banco central dos EUA [Reserva Federal (Fed)] ter deixado as taxas de juro inalteradas, mas garantindo que está pronta para agir em apoio da economia.

Wall Street fecha em alta depois de Fed decidir manter as taxas de juro
Notícias ao Minuto

23:56 - 19/06/19 por Lusa

Economia mercados

Os resultados definitivos da sessão indicam que o elitista Dow Jones Industrial Average progrediu 0,15%, para os 26.504,00 pontos, e o tecnológico Nasdaq avançou 0,42%, para os 7.987,32.

O alargado S&P500 apreciou 0,30%, para as 2.926,46 unidades.

A evoluir perto do ponto de equilíbrio, durante a primeira parte da sessão, os índices começaram a animar no final da reunião do Comité de Política Monetária da Fed (FOMC, na sigla em inglês),

Como antecipado pelos analistas, a instituição terminou a sua reunião sem alterar as taxas de juro.

Mas, ao realçar o agravamento "das incertezas" económicas, também garantiu que "agiria da forma necessária para apoiar a expansão".

Exprimindo-se durante uma conferência de imprensa, o presidente da Fed, Jerome Powell, estimou que já havia mais argumentos favoráveis a uma política monetária "um pouco mais acomodatícia", o que significa uma potencial descida das taxas de juro.

Este posicionamento é favorável aos índices bolsistas das ações, porque não apenas estas medidas da Fed são propícias a estimular a economia, como são acompanhadas de uma descida dos rendimentos no mercado obrigacionista, uma vez que tornam mais apetecíveis os ativos considerados mais arriscados, como as ações.

A reação dos investidores permaneceu contida porque as decisões e os comentários da Fed estavam "mais ou menos em linha com as expetativas" e os investidores "já tinham interiorizado" a ideia de que a Fed vai mostrar-se mais acomodatícia, sublinhou Art Hogan, da National Holdings.

Segundo um instrumento da plataforma de transações CME, os atores do mercado dão praticamente como certo uma redução das taxas de juro na próxima reunião do FOMC, em 30 e 31 de julho.

Em todo o caso, para Ian Shepherdson, da Pantheon Macroeconomics, "o comunicado, as previsões e as antecipações de taxas não garantem que haja uma descida das taxas este ano, ainda menos como parecem desejar os investidores".

A justificar, argumentou que "se um acordo comercial (com a China) for concluído e o crescimento robusto, a Fed não se deve mostrar acomodatícia".

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