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Governo lança empréstimo obrigacionista para empresas do turismo

O Governo lança hoje as candidaturas para um empréstimo obrigacionista para empresas do turismo, perspetivando que esta emissão a sete anos atinja, pelo menos, 100 milhões de euros, com financiamento máximo de 15 milhões de euros por empresa.

Governo lança empréstimo obrigacionista para empresas do turismo
Notícias ao Minuto

07:15 - 17/06/19 por Lusa

Economia Emissão

"As candidaturas a esta emissão agrupada de obrigações por um conjunto de empresas do turismo estarão abertas a partir de hoje, 17 de junho, e até 15 de julho, perspetivando-se que a emissão atinja um montante total mínimo de 100 milhões de euros. O prazo desta emissão será de sete anos, havendo um financiamento máximo de 15 milhões de euros por empresa", indicou, em comunicado, o Ministério da Economia.

Este empréstimo obrigacionista destina-se, nomeadamente, a pequenas e médias empresas (PME) e 'midcaps' (empresas até 3.000 trabalhadores) do setor do turismo.

O Governo perspetiva que esta emissão, cujas candidaturas terminam em 15 de julho, atinja um montante total mínimo de 100 milhões de euros.

Segundo o Ministério da Economia, esta é a primeira vez que é lançado um empréstimo obrigacionista "acessível a um conjunto alargado de PME em Portugal, que será colocado junto de investidores institucionais, nacionais e internacionais".

Citado no mesmo documento, o ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, realçou que "este é mais um instrumento [...] ao dispor da economia, que se soma aos mais de [4 mil milhões] de euros disponibilizados às empresas ao longo desta legislatura".

"É também o reflexo da melhor articulação entre as diferentes instituições financeiras do Ministério da Economia, que está na origem da criação do conselho de coordenação das instituições de financiamento à economia, na semana passada. O nosso principal objetivo é apoiar as empresas na diversificação das suas fontes de financiamento, e com esta primeira emissão no setor do turismo procuramos testar o mercado e avaliar a possibilidade de alargamento outros setores", acrescentou.

Após a candidatura, será feita uma seleção das empresas, que "terão de cumprir um conjunto de rácios económicos e financeiros".

O empréstimo vai contar com uma garantia pública, através do Fundo de Contragarantia Mútuo, que vai cobrir o risco de cerca de 30% da operação.

"A operação será dinamizada pela Sociedade Portuguesa de Garantia Mútua e pelo Turismo de Portugal, e será avaliada por uma agência de rating internacional", lê-se no documento.

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