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Hotelaria preocupada com baixa taxa de ocupação alerta para crise

O desequilíbrio existente entre a taxa de ocupação e a atual oferta hoteleira está a gerar preocupação junto da APHORT -- Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo, que alerta para uma eventual crise no setor.

Hotelaria preocupada com baixa taxa de ocupação alerta para crise
Notícias ao Minuto

14:15 - 28/05/19 por Lusa

Economia APHORT

Em comunicado, a APHORT revela estar apreensiva face aos últimos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE) relativos à atividade turística e às eventuais consequências que a não valorização de indicadores como a taxa de ocupação ou a estada média possa trazer para a economia nacional.

Citado no comunicado, o presidente da APHORT, Rodrigo Pinto Barros, refere que os "dados demonstram que o aumento da procura turística não está a acompanhar o aumento da oferta hoteleira, a nível nacional, o que pode ser um sinal preocupante".

A associação socorre-se dos dados divulgados pelo INE, referentes a março, para lembrar que a taxa de ocupação-cama nos estabelecimentos de alojamento turístico tem vindo a cair, de forma contínua, face a 2018.

Este indicador registou um decréscimo de 1,8 pontos percentuais (p.p.), depois de já ter caído 1,5 p.p. em fevereiro.

E refere ainda que a estada média nos estabelecimentos de alojamento turístico está também a diminuir, sendo que em março fixou-se nas 2,48 noites, uma redução de 3,6% face ao ano anterior.

Em fevereiro, esta tendência de recuo já se verificava, com a estada média a situar-se em 2,42 noites, o que traduz um decréscimo de 3,9% face ao período homólogo.

Rodrigo Pinto Barros realça que a diminuição destes indicadores é uma realidade à qual não só o setor da hotelaria mas todos os agentes económicos precisam de estar atentos.

"Não queremos ser alarmistas, mas também não nos podemos deixar condicionar por uma leitura apenas parcial dos dados que nos são apresentados. A taxa de ocupação e a estada média são indicadores que precisam de ser acompanhados de forma atenta e permanente", afirma o presidente da APHORT no comunicado.

"Não nos interessa continuar a abrir novos hotéis se depois não conseguimos ocupar todas as camas que disponibilizamos", acrescenta Rodrigo Pinto Barros, para concluir que "a não valorização destes dados" pode conduzir "a uma nova crise no setor", mais do cedo do que se possa pensar.

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