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Bolsa de Lisboa a cair com Jerónimo Martins a descer mais de 3,5%

A bolsa de Lisboa estava hoje em baixa, com as ações da Jerónimo Martins e da EDP Renováveis a liderarem as perdas, a caírem 3,52% para 12,90 euros e 2,67% para 8,38 euros.

Bolsa de Lisboa a cair com Jerónimo Martins a descer mais de 3,5%
Notícias ao Minuto

09:36 - 17/05/19 por Lusa

Economia PSI20

Cerca das 9h00 em Lisboa, o principal índice da bolsa, o PSI20, descia 0,17% para 5.120,12 pontos, com nove 'papéis' a descerem, oito a subirem e um inalterado (Ramada Investimentos).

Além dos títulos da Jerónimo Martins e da EDP Renováveis, os da Sonae SGPS, Mota-Engil e Corticeira Amorim eram outros dos que mais recuavam, estando a cair 1,67% para 0,92 euros, 1,12% para 2,11 euros e 0,96% para 10,28 euros.

As ações dos CTT e da Altri também desciam, designadamente 0,81% para 2,19 euros e 0,76% para 13,08 euros.

Em sentido inverso, a EDP liderava os ganhos, estando a subir 2,26% para 3,26 euros, seguida da Ibersol e da NOS, que se valorizavam 1% (para 8,12 euros) e 0,35% (para 5,78 euros), respetivamente.

Na quinta-feira, a EDP anunciou que teve lucros de 100 milhões de euros no primeiro trimestre, menos 39% do que nos primeiros três meses de 2018.

Na Europa, as principais bolsas estavam hoje em baixa, mas acalmadas com a trégua alcançada na terça-feira na guerra comercial entre Pequim e Washington.

Os analistas consideram que o anunciado veto dos Estados Unidos à tecnológica chinesa Huawei arrefece ainda mais as relações comerciais entre os Washington e Pequim.

Os mercados ficaram mais calmos devido à trégua alcançada entre os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter afirmado que o seu Governo está agora numa "posição muito melhor" para chegar a um acordo com Pequim.

Os investidores temem que as divergências comerciais acabem por afetar o crescimento da economia global e estão preocupados com o recrudescimento da guerra entre os Estados Unidos e a China, depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter aumentado de 10% para 25% a tarifa sobre os bens importados a partir da China, devido à lentidão das negociações comerciais entre os dois países, que apesar de tudo se mantêm.

Na semana passada, Trump acusou a China de romper o acordo comercial, mas depois suavizou o discurso ao afirmar que ainda era "possível" um acordo com Pequim, depois de ter recebido uma carta do dirigente chinês, Xi Jinping.

Em Nova Iorque, Wall Street terminou em alta na quinta-feira, com o Dow Jones a subir 0,84%, para 25.862,68 pontos, depois de ter atingido 26.828,39 pontos em 03 de outubro de 2018, atual máximo desde que foi criado em 1896.

No mesmo sentido, o Nasdaq fechou a avançar 0,97%, para 7.898,05 pontos, contra o atual máximo de sempre, de 8.164,00 pontos, verificado em 06 de maio.

A nível cambial, o euro abriu em baixa no mercado de divisas de Frankfurt, a cotar-se a 1,1173 dólares, contra 1,1178 euros na quinta-feira.

O barril de petróleo Brent para entrega em julho abriu hoje em baixa ligeira, a cotar-se a 72,65 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, menos 0,09% do que na sessão anterior e depois de ter estado acima dos 85 dólares no início de outubro.

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