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A maioria das pessoas em risco de pobreza situa-se no Norte e Centro

A maior parte das pessoas em risco de pobreza em 2017 situava-se nas regiões do Norte e Centro, de acordo com os dados divulgados esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

A maioria das pessoas em risco de pobreza situa-se no Norte e Centro

A maior parte das pessoas em risco de pobreza morava no Norte e no Centro do país, de acordo com os dados divulgados esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE), apesar de estarem mais expostas ao risco de pobreza as que vivem nas Ilhas.

O mesmo relatório revela que a mediana dos rendimentos auferidos em Portugal no ano passado foi de 9.346 euros e confirmam que 17,3% dos residentes (1.777 mil pessoas) estavam em risco de pobreza em 2017.

"Apesar de os residentes nas regiões autónomas estarem mais expostos ao risco de pobreza (31,6% nos Açores e 27,5% na Madeira), a maioria das pessoas em risco de pobreza viviam em 2017 nas regiões Norte (664 mil) e Centro (415 mil)", pode ler-se no relatório da agência de estatísticas.

E mais, segundo o INE, estes resultados "confirmam uma distribuição dos rendimentos fortemente assimétrica, com um Coeficiente de Gini em torno dos 32% para a maioria das regiões, excetuando-se a região do Alentejo como menos desigual (28,9%) e a Região Autónoma dos Açores com o Coeficiente mais elevado (37,9%)", refere. 

Em 2017, apenas a Área Metropolitana de Lisboa tinha uma taxa de risco de pobreza significativamente inferior ao valor nacional, de 12,3% - enquanto o valor nacional se situa nos 17,3%. Já no Alentejo, o risco de pobreza foi de 16,9%, ligeiramente inferior ao valor nacional.

Alentejo menos afetado pela privação material

A agência de estatísticas deu ainda conta que a região do Alentejo foi a menos afetada pela privação de material, que é a impossibilidade de acesso a um conjunto de necessidades económicas e bens duráveis. De acordo com o INE, a privação material "constitui também um fator potenciador do risco de exclusão social". 

Mais de dois milhões em risco de pobreza em 2018

No ano passado 2,2 milhões de pessoas pessoas encontravam-se em risco de pobreza ou exclusão social, ainda segundo os dados do INE. Este número resulta da "conjugação das pessoas em risco de pobreza no ano anterior (1.777 mil) ou que viviam em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida no ano anterior (532 mil) ou que viviam em privação material severa em 2018 (615 mil)". 

Deste total, 109 mil pessoas encontravam-se simultaneamente nas três condições adversas: pobreza, privação e baixa intensidade laboral. Ainda assim, a taxa de pobreza ou exclusão social foi 21,6% em 2018, menos 1,7 p.p. que no ano anterior.

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