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Há mais um sindicato de motoristas a ameaçar 'parar' o país

Depois do sindicato dos motoristas de matérias perigosas admitir a possibilidade de voltar à greve dentro de uma semana, o Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM) aguarda por uma resposta da ANTRAM dentro de "dois, três dias".

Há mais um sindicato de motoristas a ameaçar 'parar' o país

O Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM) aguarda uma resposta da associação que representa as empresas do setor (ANTRAM) para agendarem uma reunião com o contrato coletivo de trabalho em cima da mesa. Porém, espera que essa resposta chegue dentro de "dois, três dias", caso contrário o SIMM avança com um pré-aviso de greve, explicou o presidente do sindicato, Jorge Cordeiro, ao Notícias ao Minuto

As consequências deste sindicato independente avançar para greve prometem ter ainda mais impacto na vida dos portugueses, uma vez que os trabalhadores "transportam todo o tipo de mercadoria", explicou Jorge Cordeiro, adiantando que vão desde produtos alimentares até componentes para a Autoeuropa. 

Aumenta assim a pressão sobre a ANTRAM, que contactada pelo Notícias ao Minuto ainda não se pronunciou sobre o assunto. 

Na segunda-feira, sublinhe-se, aconteceu a primeira reunião entre a ANTRAM e o sindicato dos trabalhadores de matérias perigosas (SNMMP), mediada pelo Governo. Porém, o encontro não terá corrido da melhor forma, já que o sindicato admitiu a possibilidade de voltarem a fazer greve se não houver um acordo dentro de uma semana

"Estaremos aqui no próximo dia 7. Até lá, a ANTRAM tem uma semana para nos dar uma resposta, caso contrário, teremos que utilizar os meios que estão ao nosso alcance para reivindicar os nossos direitos", avisou o presidente do SNMMP, Pedro Pardal Henriques, adiantando que "um destes meios será um novo anúncio de greve".

Porém, o Governo não entende que este prazo apresentado pelo sindicato represente a possibilidade de vir aí uma nova greve. "Não vejo isso como uma ameaça. Houve uma primeira reunião de negociação, no âmbito de uma tentativa de chegar a acordo num conflito laboral que, neste momento, está pacificado, mas é natural que as partes tomem posições para tentarem reforçar as suas posições negociais", afirmou o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira.

A greve dos motoristas de matérias perigosas, que começou no dia 15 de abril e durou durante os três dias que se seguiram, ditou a escassez de combustível nos postos de combustível do território nacional, lançando o caos e obrigando o Governo a intervir e a decretar uma requisição civil.

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