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Retalho sobe vendas em 2018 para 20.945 milhões e está "forte e robusto"

O diretor-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), Gonçalo Lobo Xavier, considerou hoje que o retalho em Portugal, cujas vendas subiram 3,4% em 2018, para 20.945 milhões de euros, "está robusto e forte".

Retalho sobe vendas em 2018 para 20.945 milhões e está "forte e robusto"
Notícias ao Minuto

13:59 - 17/04/19 por Lusa

Economia APED

O volume de vendas do retalho alimentar e não alimentar subiu 3,4% no ano passado, face a 2017, para 20.945 milhões de euros, de acordo com o barómetro de vendas hoje divulgado pela APED.

"O setor de retalho em Portugal está bem e recomenda-se, é um setor que está robusto e forte" e que pretende ir ao encontro das novas tendências do consumidor, onde se inclui o comércio eletrónico, disse o responsável à Lusa, à margem da conferência.

No ano passado, as vendas do retalho alimentar subiram 2,8% para 12.403 milhões de euros enquanto o não alimentar registou uma subida superior, de 4,3%, para 8.542 milhões de euros.

"Em 2018 tivemos um primeiro semestre em que os índices de confiança do consumidor foram de facto altos, desceram um bocadinho no segundo semestre, mas a tendência de vendas do retalho foi (...) positiva", disse o diretor-geral da APED, destacando a área não alimentar.

O crescimento neste segmento denota que "os consumidores foram à procura de bens de consumo mais duradouros", como os de eletrónica e de grandes eletrodomésticos.

As vendas de bens de equipamento subiram 5,9% em 2018 para 2.357 milhões de euros, sendo que a eletrónica de consumo registou um aumento de 4,2% (359 milhões de euros), os grandes eletrodomésticos progrediram 6,8% (547 milhões de euros), os pequenos eletrodomésticos avançaram 7,1% (278 milhões de euros) e a informática aumentou 2,8% (527 milhões de euros).

Ainda dentro dos bens de equipamento, os produtos ligados às telecomunicações registaram um aumento de 9,5% das vendas, para 588 milhões de euros, enquanto a fotografia registou uma quebra de 6,2%, para 58 milhões de euros.

A queda desta última deve-se, segundo a APED, ao aumento da procura de 'smartphones' com qualidade fotográfica. O mesmo acontece com as câmaras de vídeo, cujas vendas reduziram-se em 14,2%, para 7,9 milhões de euros, devido aos telemóveis inteligentes.

Outro dos crescimentos a destacar é o da venda de aspiradores, que subiu 13,9% para 51,5 milhões de euros, a que se junta os grandes eletrodomésticos, impulsionado pelo crescimento do mercado imobiliário e turismo, de acordo com a APED.

Na área não alimentar, os congelados foram a categoria que mais cresceu (+6,15) no ano passado.

"Tem a ver sobretudo com novos comportamentos dos consumidores, a vida que levam" traduz-se na "procura por uma solução mais rápida e também pela qualidade dos produtos", além do "esforço de todo o setor para ter maior qualidade nesse tipo de produtos e tendências de consumo", acrescentou.

Gonçalo Lobo Xavier considera que 2019 é um "ano particularmente complexo, até porque a própria economia europeia está a arrefecer", o que poderá ter impacto em Portugal.

No entanto, o primeiro trimestre foi calmo, mantendo "a mesma tendência de 2018", mas "ainda é cedo para tirarmos conclusões", rematou.

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