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Programa de Estabilidade depende de “tempo incerto” e das eleições

Marcelo Rebelo de Sousa lembra que o Programa de Estabilidade "não pode ir muito ao concreto" porque depende de quem este ano vier a ser eleito para formar governo.

Programa de Estabilidade depende de “tempo incerto” e das eleições

O Presidente da República analisou o Programa de Estabilidade (até 2023) apresentado esta segunda-feira pelo ministro das Finanças, começando por considerar que este se insere num tempo que é incerto. “Depende do que se passar a Europa e no Mundo”, salientou Marcelo.

O segundo aspeto mencionado pelo chefe de Estado é que atravessamos um ano eleitoral, “o que quer dizer que os portugueses é que vão escolher o próximo governo” e que o Programa de Estabilidade “não pode ir muito ao concreto porque depende de quem for o próximo governo”.

Outro ponto acentuado pelo Presidente é que o Programa de Estabilidade prevê uma desaceleração este ano e uma reaceleração nos anos seguintes, até 2023, “mantendo embora, sempre, uma evolução de descida do défice”.

Por fim, Marcelo, que falava aos jornalistas, salientou que no crescimento económico “há uma preocupação de subir acima da média europeia”, mas há também uma preocupação “de não ficar para trás, não ficar na ponta dos países da zona euro”. Isto é, de “não depender apenas do crescimento dos mais poderosos, das economias mais ricas", explicou.

Questionado pelos jornalistas, Marcelo disse ainda que os números “não são preocupantes”, assinalando que “depende do que for o mundo e a Europa, depende do que for o resultados das eleições" legislativas em Portugal.

“Como não tenho poderes para adivinhar o que se vai passar na Europa e no Mundo, penso que [o Programa de Estabilidade] tem o cuidado de ser moderado para comportar evoluções diferentes, partindo do princípio que o Brexit se resolve razoavelmente, que a Europa toma decisões razoáveis e que não há uma guerra comercial muito grande no mundo”, explicou ainda o Presidente.

Sobre os avisos deixados pelo seu antecessor, Cavaco Silva, sobre os riscos de Portugal se tornar a “lanterna vermelha da Europa”, Marcelo lembrou já foram feitos por ele próprio, há ano e meio.

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