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Continente quer fim do saco de plástico na fruta e legumes. E tem solução

Cadeia de supermercados do grupo Sonae vai disponibilizar aos clientes sacos de algodão reutilizáveis, com o objetivo de acabar com a utilização do plástico na secção das frutas e legumes - a alternativa é o cliente decidir levar os seus próprios sacos de casa.

Continente quer fim do saco de plástico na fruta e legumes. E tem solução

O Continente é a mais recente cadeia de supermercados a dar um passo em frente na sustentabilidade. O grupo anunciou, na terça-feira, que quer acabar com os sacos de plástico na secção das frutas e legumes, substituindo-os por sacos reutilizáveis feitos de algodão. 

Algumas lojas do Continente, que pertence à Sonae, têm já a decorrer este projeto-piloto desde março, a partir do qual os clientes podem decidir entre levar sacos de casa ou optar pelos sacos de algodão disponibilizados pela retalhista

As lojas com esta solução disponibilizam um cartão feito de papel reciclado para que os clientes possam colar as respetivas etiquetas com o preço e código de barras das frutas e legumes que estão a comprar.

A alternativa surge no âmbito do programa 'Compromisso para o uso responsável do Plástico' e estima que uma adesão a este compromisso, por parte de todos os clientes, significaria uma poupança de 430 toneladas de plástico por ano.

E mais: o Continente está também a ponderar alterar os sacos da secção da padaria - atualmente fabricados de papel, com uma 'janela' de plástico - integrando fibras naturais de papel, para que sejam 100% recicláveis.  

"É nosso papel, não só implementar medidas que procurem minimizar o impacto da atividade no ambiente encontrando soluções economicamente viáveis à utilização de plástico fóssil como também promover iniciativas que visem sensibilizar os nossos clientes para a importância do seu contributo", refere Pedro Lago, diretor de projetos de sustentabilidade e economia circular do Continente, citado num comunicado a que o Notícias ao Minuto teve acesso.

Pelo fim do plástico

O combate à utilização excessiva de plástico tem sido transversal a vários setores, respondendo ao apelo de várias associações ambientais, que têm vindo a intensificar os alertas sobre o uso excessivo deste material.

Desde o início do ano que o Estado português proíbe a administração direta e indireta do Estado de usar garrafas, sacos e louça de plástico, pretendendo ainda reduzir em 25%, num ano, o consumo de papel e consumíveis.

Também no final do ano passado, a União Europeia (UE) chegou a um acordo para a futura proibição a partir de 2021 de alguns plásticos de utilização única como cotonetes, palhinhas e talheres de plástico para reduzir a poluição marítima.

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