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CGD: PS exige conhecer todos os nomes envolvidos na supervisão do BdP

O PS entregou hoje um requerimento na comissão parlamentar de inquérito à gestão da Caixa Geral de Depósitos (CGD), onde exige conhecer todos os nomes envolvidos na supervisão do Banco de Portugal (BdP) ao banco público.

CGD: PS exige conhecer todos os nomes envolvidos na supervisão do BdP
Notícias ao Minuto

19:51 - 02/04/19 por Lusa

Política Inquérito

Os socialistas querem que a comissão parlamentar de inquérito à recapitalização e gestão da Caixa requisite ao BdP "a identificação de toda a estrutura hierárquica que, em 2007, constituía o Departamento de Supervisão Bancária, altura em que esta instituição elaborou os relatórios de auditoria à CGD", segundo um comunicado do grupo parlamentar.

Os deputados recordam que, em audição parlamentar em 28 de março, o ex-governador do BdP Vitor Constâncio afirmou que os relatórios deviam ter sido analisados pelo Departamento de Supervisão Bancária.

"Não tendo referido quem ocuparia essas funções, tanto no Conselho de Administração como na Coordenação dos Serviços, Vítor Constâncio disse que essa informação deveria ser requerida ao Banco de Portugal", sublinha o grupo parlamentar do PS.

Os vice-presidentes da bancada do PS João Paulo Correia e Carlos Pereira solicitam assim a identificação do administrador do BdP que, em 2007, tinha a função de acompanhamento direto do Departamento de Supervisão Bancária.

Além disso, querem conhecer "toda a estrutura hierárquica deste departamento no mesmo ano", bem como "o documento que comprove as medidas que o Departamento de Supervisão Bancária do Banco de Portugal adotou junto da CGD face ao relatório" em causa.

Os socialistas pedem igualmente "a identificação de todos os administradores do Banco de Portugal entre 2000 e 2015" e "a identificação de todos os coordenadores do Departamento de Supervisão Bancária do Banco de Portugal entre os mesmos anos".

Em 28 de março, Vítor Constâncio admitiu que "houve falhas em relação a alguns aspetos da supervisão", vincando que a falha é da instituição e não pessoal, uma vez que o governador delega poderes e recebe informação dos serviços do banco central a quem cabe a supervisão direta dos bancos.

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