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Costa destaca importância de tornar o mercado de trabalho inclusivo

O primeiro-ministro está a participar numa conferência sobre dos ministros responsáveis pelo Emprego e Trabalho dos 43 Estados-membros da União para o Mediterrâneo, com o tema "emprego dos licenciados das universidades do Mediterrâneo".

Costa destaca importância de tornar o mercado de trabalho inclusivo

O primeiro-ministro, António Costa, considera importante debater as questões em torno de um mercado de trabalho mais inclusivo, com uma maior taxa de participação feminina, por considerar que o "emprego é um dos maiores desafios da nossa sociedade"

Entre os vários desafios que o emprego enfrenta, Costa salientou a necessidade de haver uma "maior taxa de participação feminina no mercado de trabalho", destancando também a importância de "olharmos para mercados de trabalho inclusivos"

Costa falava na conferência entre os ministros responsáveis pelo Emprego e Trabalho dos 43 Estados-membros da União para o Mediterrâneo, que se realiza em Cascais, e onde estarão a comissária europeia do Emprego, Marianne Thysse, bem como o secretário-geral da União para o Mediterrâneo, Nasser Kamel.

"Sempre encontrámos caminho através do oceano para unir povos", disse o primeiro-ministro, apontando que este "é o momento certo para dar um novo ímpeto e reforçar a capacidade da União para o Mediterrâneo"

Falando sobre a importância do mercado de trabalho para a estabilidade social e crescimento económico, o primeiro-ministro apontou que este encontro tem especial relevo numa altura em que o "emprego é um dos maiores desafios da nossa sociedade". 

Por isso, considera que "qualificar as pessoas, qualificar as instituições é um desafio comum que temos de vencer", até porque sem isto "o futuro será mais difícil para todos", notou. 

O ministro do Trabalho e da Segurança Social, Vieira da Silva, disse que a conferência terá "dois grandes objetivos", sendo o primeiro a aprovação, na quarta-feira, da declaração conjunta entre os 28 Estados-membros da União Europeia (UE) e os 15 países da margem sul e oriental do Mediterrâneo com as estratégias comuns em termos de mercado de trabalho.

A União para o Mediterrâneo, criada em 2008, é uma organização intergovernamental que reúne os 28 Estados-membros da União Europeia e os 15 países da margem sul e oriental do Mediterrâneo para promover o diálogo e a cooperação, sendo atualmente copresidida pela Comissão Europeia e pela Jordânia.

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