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Jerónimo Martins elege órgãos sociais em Assembleia a 11 de abril

A Jerónimo Martins convocou a Assembleia Geral (AG) anual para o próximo dia 11 de abril, altura em que irá eleger os órgãos sociais para o triénio 2019-2020.

Jerónimo Martins elege órgãos sociais em Assembleia a 11 de abril
Notícias ao Minuto

19:55 - 18/03/19 por Lusa

Economia triénio

De acordo com a convocatória para a reunião, enviada à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) a empresa, dona do Pingo Doce, irá "deliberar sobre os documentos de prestação de contas do exercício de 2018, incluindo o relatório de gestão, as contas individuais e consolidadas, o relatório de governo societário e outros documentos de informação societária e de fiscalização e auditoria".

Os acionistas irão também debater a proposta da aplicação de resultados, apreciar a administração, fiscalização da sociedade, a política de remunerações e eleger a comissão de vencimentos para o triénio 2019-2021, além dos órgãos sociais.

A empresa já tinha anunciado que iria propor um dividendo de 0,325 euros por ação.

A Jerónimo Martins publicou também hoje o relatório do governo da sociedade de 2018, para apreciação dos acionistas antes da AG.

Nesse documento, a empresa dá conta de que "a remuneração ilíquida auferida pelos membros do órgão de administração, paga pela sociedade, durante o exercício de 2018, totalizou 1.543.500,00 euros, correspondendo 913.500,00 euros a remuneração fixa, 346.500,00 euros a remuneração variável e 283.500,00 euros de contribuições para o plano de pensão de reforma".

Estes valores são maioritariamente inferiores aos pagos em 2017, "que totalizaram 1.567.750,00 euros, correspondendo 890.500,00 euros a remuneração fixa, 378.000,00 euros a remuneração variável e 299.250,00 euros de contribuições para o plano de pensão de reforma".

O presidente executivo, Pedro Soares dos Santos, recebeu 1,9 milhões de euros em remunerações fixas, variáveis e de acordo com planos de reforma pagas diretamente pela empresa e por outras sociedades em relação de domínio ou de grupo com a Jerónimo Martins em que foi administrador.

Este valor é inferior ao que auferiu em 2017, de mais de dois milhões de euros.

A 31 de dezembro de 2018, a Jerónimo Martins tinha como principal acionista a Soc. Francisco Manuel dos Santos, B.V, com 56,1%, estando o resto do capital disperso ou nas mãos de sociedades gestoras de investimento internacionais.

O lucro da Jerónimo Martins subiu 4,1% no ano passado, face a 2017, para 401 milhões de euros, com as vendas do grupo a avançarem 6,5%.

Em comunicado, em fevereiro, a Jerónimo Martins referiu que o resultado líquido de 401 milhões de euros reflete "um desempenho operacional muito positivo" do grupo que está presente em Portugal, Polónia e Colômbia.

As vendas do grupo subiram 6,5%, no período em análise, para 17.337 milhões de euros, com um aumento das vendas LFL ['like-for-like', ou seja, vendas em lojas que operaram sob as mesmas condições no período em análise] de 3,1%.

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