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CTT "não mentem aos consumidores nem às autoridades"

O presidente dos CTT disse esta quarta-feira que os Correios não mentem aos consumidores nem às autoridades, reiterando que as reclamações dos serviços postais caíram 7% em 2018, face ao período homólogo.

CTT "não mentem aos consumidores nem às autoridades"

"Os CTT não mentem aos consumidores, não mentem à população e nem às autoridades. Pautamo-nos por trabalhar em boa colaboração e de uma forma transparente, com a informação devidamente prestada", disse o presidente dos CTT, Francisco de Lacerda, em conferência de imprensa, após a apresentação de resultados da empresa.

Em causa, está uma informação divulgada pela Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) em 13 de fevereiro, que revela que entre os casos no setor postal registados no livro de reclamações, "os CTT receberam 20 mil reclamações [87,4% do total do setor postal], o que corresponde a um aumento de 36% face ao ano anterior".

No mesmo dia, os CTT contestaram a posição do regulador, afirmando que receberam em 2018 duas reclamações por cada dez mil objetos distribuídos, ou seja, menos 7% face ao ano anterior.

"Sobre o assunto específico das reclamações, os CTT seguem a norma europeia, que é a norma que a Anacom utiliza e faz utilizar. Esta norma, nesta matéria, engloba todos os processos entrados, que são as questões que os clientes ou interessados nos põem", defendeu esta quarta-feira Francisco de Lacerda.

De acordo com o presidente dos CTT, as questões enviadas pelos consumidores podem ser "rápidas de resolver" com uma pequena averiguação ou complicadas, obrigando a mais investigação e tempo de trabalho.

"O todo é o que marca o que os clientes procuram. Deste todo, em 2017 tivemos 271 mil reclamações mais pedidos de informação e, em 2018, 252 mil e daí aparece a redução de 7,1% que anunciámos oportunamente", reiterou.

Para o líder dos CTT, esta é a base que reflete "de uma forma mais abrangente e completa os pedidos dos clientes, as reclamações e as solicitações".

O lucro dos CTT recuou 28% no ano passado, face a 2017, para 19,6 milhões de euros, "influenciado pelas indemnizações pagas por rescisão de contratos de trabalho por mútuo acordo", divulgou a empresa.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), os CTT referem que o resultado líquido reportado diminuiu 7,6 milhões de euros em 2018, face a 2017, ou seja, menos 28%, "influenciado pelas indemnizações pagas por rescisão de contratos de trabalho por mútuo acordo de 20,7 milhões de euros (+6,1 milhões de euros), sobretudo no âmbito do Plano de Transformação Operacional".

Os rendimentos operacionais subiram 1,4% no período em análise, para 708 milhões de euros, e o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) ficou quase inalterado, ao avançar ligeiros 0,6% para 90,4 milhões de euros.

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