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"Portugueses têm o direito de saber quem delapidou o património público"

A UGT exige saber quem são os responsáveis "pela gestão danosa" da Caixa Geral de Depósitos (CGD).

"Portugueses têm o direito de saber quem delapidou o património público"

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deu início esta quinta-feira às audiências com os parceiros sociais. Terminado o encontro com a UGT no Palácio de Belém, em Lisboa, Carlos Silva falou aos jornalistas.

Depois da conversa com o chefe de Estado, Carlos Silva, da UGT, revelou que um dos temas que mais preocupa a central sindical é a gestão danosa da Caixa Geral de Depósitos (CGD) e que os responsáveis não sejam condenados pelos cinco mil milhões de euros que "desapareceram" do banco público.

"A culpa não pode morrer solteira, depois do que aconteceu com o Banco Espírito Santo, com o BPN, com o BPP, buracos atrás de buracos, não se pode permitir que o resultado da auditoria independente efetuada à CGD fique também sem responsabilização", destacou, aproveitando para relembrar que este é um banco público e os portugueses têm o direito de ser informados sobre o mesmo.

"O que importa é perceber quem é que é responsável pela má gestão, ou pela gestão danosa de  cinco mil milhões que desapareceram, que se desvaneceram da CGD. A CGD é tutelada a 100% pelo Estado, é um banco público e os portugueses têm o direito de saber quem é que delapidou o património público", atirou.

Mais, concluiu Carlos Silva. "Quem é que delapidou o dinheiro que é dos portugueses. Naturalmente não é nosso, da nossa carteira, mas nós descontamos impostos e, naturalmente, com uma carga tão elevada que temos em Portugal e com os sacrifícios que fizemos nos últimos anos, importa perceber de uma forma clara, quem é que vai ser responsabilizado, quem são os nomes, quem são os responsáveis pelo que aconteceu", rematou.

Antes, o Presidente Marcelo já tinha reunido com uma delegação da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) e uma delegação da Confederação do Turismo Português (CTP). Depois de ouvidos os parceiros sociais, será a vez de os partidos com assento parlamentar rumarem a Belém.

[Notícia atualizada às 17h18]

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