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Salário mínimo na Madeira sobe para 615 euros

O salário mínimo na Região Autónoma da Madeira (RAM) vai subir para os 615 euros mensais, anunciou hoje a secretária regional da Inclusão e Assuntos Sociais, um aumento de 23 euros face ao ano anterior.

Salário mínimo na Madeira sobe para 615 euros
Notícias ao Minuto

14:38 - 03/01/19 por Lusa

Economia secretária regional

Este valor foi acordado na primeira reunião da Comissão Permanente de Concertação Social de 2019 da RAM que decorreu hoje e, de acordo com a secretária regional, representa um aumento de 3,9% em relação ao ano anterior.

"O acordo foi alcançado com todas as entidades presentes à exceção de um sindicato que julgou que o valor deveria ter sido mais elevado", neste caso a União dos Sindicatos da Madeira (USAM), explicou Rita Andrade.

Presentes estiveram a USAM, a UGT e a União dos Sindicatos Independentes, por parte das estruturas sindicais, e, em representação das associações patronais, marcaram presença a Associação Comercial e Industrial do Funchal, a Associação Agricultores da Madeira e a Associação dos Industriais de Construção do Arquipélago da Madeira, bem como os representantes do executivo regional.

A secretária regional sublinhou que a proposta terá agora de ser submetida à Assembleia Legislativa Regional "para ser aprovada", mas "de qualquer modo terá sempre efeitos retroativos a 01 de janeiro" deste ano, acreditando a governante que "no mês de fevereiro ou março já poderão ser ressarcidos".

Este aumento de 23 euros (+3,9%) face ao ano anterior e um acréscimo de 2,5% face ao Salário Mínimo Nacional já fixado, representa um aumento total de 100 euros no salário mínimo regional, desde a tomada de posse deste governo.

"Isto foi um compromisso do governo e uma grande preocupação face ao quadro económico bastante mais favorável e com uma dinâmica, em termos de crescimento económico, de redução do desemprego, com o acréscimo de rendimento às famílias", afirmou.

Rita Andrade ressalvou o consenso alcançado com este acordo e defendeu que, apesar de as estruturas sindicais quererem mais, as "empresas poderiam ter dificuldades" em assumir encargos mais elevados.

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