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Empresa de trabalho portuário OPERESTIVA saúda acordo com estivadores

A OPERESTIVA- Empresa de Trabalho Portuário de Setúbal saudou hoje o acordo alcançado para o regresso ao trabalho dos estivadores do Porto de Setúbal, mas não deixou de lamentar os "prejuízos económicos" para todos neste processo.

Empresa de trabalho portuário OPERESTIVA saúda acordo com estivadores
Notícias ao Minuto

12:28 - 14/12/18 por Lusa

Economia Setúbal

"Desde 2017 que a OPERESTIVA procura ativamente uma solução para o problema da precariedade no Porto de Setúbal. E lamentamos que só agora tenha sido possível chegar a um acordo, com todos os prejuízos económicos para trabalhadores, operadores e utilizadores do Porto, que o radicalizar de posições inevitavelmente trouxe", lê-se no comunicado divulgado pela empresa.

A OPERESTIVA garantiu que, nas próximas semanas, tudo fará para "normalizar a operação, regularizando a carga atrasada e na esperança que seja possível recuperar as linhas entretanto perdidas".

O texto começa com a felicitação ao Sindicato dos Estivadores e Atividade Logística (SEAL), por "finalmente ter acedido às condições propostas e assim permitir um acordo que normalize as operações no Porto de Setúbal".

As felicitações foram estendidas a todos os operadores que abriram vagas nos seus quadros permanentes, "criando assim uma solução mais abrangente".

Fonte sindical tinha confirmado hoje à Lusa o acordo entre o SIAL e os operadores portuários, sob mediação do Governo.

Segundo a mesma fonte, o acordo entre o SEAL e os operadores portuários de Setúbal, que põe termo à paralisação daquele porto, prevê a passagem a efetivos de 56 trabalhadores precários e o levantamento de todas as formas de luta, incluindo a greve ao trabalho extraordinário.

O acordo, que já foi aprovado, hoje de manhã, por unanimidade, pelos estivadores precários de Setúbal que recusavam apresentar-se ao trabalho desde o dia 5 de novembro, garante também a prioridade na atribuição de trabalho aos atuais trabalhadores eventuais que não sejam integrados nos quadros dos operadores portuários, face a outros que ainda não estejam a laborar no porto de Setúbal.

Esta semana a AISET, Associação Industrial da Península de Setúbal alertou para a "asfixia" das principais empresas exportadoras da região de Setúbal que estavam impedidas de importar matéria-prima e de exportar os seus produtos devido à paralisação do Porto de Setúbal.

Na quinta-feira, a Autoeuropa também alertou os funcionários da empresa para a possibilidade de terem de fazer uma paragem de produção devido à falta de espaço para parquearem mais viaturas, uma vez que a fábrica de Palmela já tem mais de 20.000 viaturas parqueadas em diversos locais, incluindo na Base Aérea do Montijo, devido à paralisação do porto de Setúbal.

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