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Sindicalistas entregam 'prendas' de Natal com reivindicações às Finanças

Cerca de uma centena de delegados, dirigentes e ativistas sindicais da Frente Comum fizeram hoje um cordão humano, na baixa lisboeta, e entregaram 'presentes' de Natal no Ministério das Finanças.

Sindicalistas entregam 'prendas' de Natal com reivindicações às Finanças
Notícias ao Minuto

17:56 - 12/12/18 por Lusa

Economia Frente Comum

Adaptando a melodia de Natal 'jingle bells', os manifestantes cantaram versos como "'dlin dlin dlão', reivindicação, queremos aposentação antes do caixão", "'dlin dlin dlão', reivindicação, queremos mais salários para comprar o pão" ou "'dlin dlin dlão', reivindicação, tempo para a carreira não é apagão".

No final do percurso, que começou na Praça da Figueira, vários dirigentes entraram no ministério de Mário Centeno para entregarem caixas, em forma de presentes, com reivindicações escritas nelas.

Depois de entregues os 'presentes', a coordenadora da Frente Comum, Ana Avoila, informou que no próximo dia 20, na reunião no Ministério das Finanças, se vai "exigir a continuação da negociação dos salários".

"E se o Governo encerrar, vamos pedir a negociação suplementar. E vamos estar todo o ano a dizer que o Governo só não faz aumentos, se não quiser e afirmamos isso com legitimidade e com saber", garantiu.

No primeiro mês de 2019, os sindicatos da Frente Comum vão reunir-se para "dar uma resposta comum a tudo aquilo que estão a fazer", como a falta de aumentos de salário e a "não alteração dos escalões do IRS".

"Se o país está em crescimento económico, se o Governo quer uma evolução da sociedade, então faça políticas de acordo com isso e não esteja a fazer aquilo que está: privilegiar a banca, com 800 milhões de euros, e as Parcerias Público Privadas e tudo o que está no Orçamento de Estado para o grande poder económico e patronato e para os trabalhadores nada", criticou.

Ana Avoila perspetivou 2019 como um "ano de luta" e "para contestar", nas condições que os trabalhadores decidirem.

"[A luta] pode passar por greves, por manifestações, pode passar por tudo. Quem decide são os trabalhadores, em janeiro estamos cá para isso, reunimos a estrutura e depois perguntamos aos trabalhadores, que, neste momento, estão muito revoltados com aquilo que se está a passar, saberão responsabilizar quem neste momento lhes está a tirar dinheiro e o está a dividir", concluiu.

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