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Constituição de empresas cresce 10% até novembro com Turismo em destaque

O número de novas empresas constituídas em Portugal avançou 10% até novembro, em comparação com o período homólogo, para 41.649, com o setor do Turismo em destaque, segundo o barómetro da consultora Informa D&B hoje divulgado.

Constituição de empresas cresce 10% até novembro com Turismo em destaque
Notícias ao Minuto

15:19 - 11/12/18 por Lusa

Economia Consultora

"Foram constituídas em Portugal 41.649 empresas e outras organizações até ao final de novembro, mais 3.779 do que no mesmo período do ano passado, o que representa um crescimento de 10,0% e que se deve, em grande medida, a empresas ligadas ao Turismo", lê-se no documento.

Entre janeiro e novembro, os setores que registaram um maior número de crescimentos foram os serviços (13.383 nascimentos), alojamento e restauração (4.824) e retalho (4.751).

Por distrito, Lisboa regista o maior número de constituições (14.608), uma subida de 14,2% face a igual período do ano anterior, "responsável por metade do crescimento de novas empresas".

Por sua vez, no período de referência, os encerramentos registaram um crescimento de 26,5%, quando comparado com o mesmo período de 2017, para 16.105 empresas e outras organizações.

Entre os principais setores, destaca-se o da construção, com mais 482 encerramentos do que em igual período do ano anterior.

"No entanto, os setores que mais contribuíram para a subida dos encerramentos não têm apresentado a mesma dinâmica de renovação empresarial e são de elevada importância nas exportações, casos das indústrias transformadoras (+542 encerramentos, +42,4%), e dos grossistas (mais 540 encerramentos, +47,9%)", revelou a consultora.

Já as novas insolvências totalizaram 2.171 projetos nos primeiros 11 meses do ano, sobretudo em setores como a indústria transformadora, retalho, serviços e construção, o que se traduz numa queda de 12,7% face ao mesmo período de 2017.

Para a realização deste estudo, a Informa D&B considerou os processos de insolvência de pessoas coletivas, iniciados no período em causa, com publicação no portal Citius, do Ministério da Justiça.

No que se refere aos pagamentos em atraso, no final de novembro, apenas 14,3% das empresas pagavam dentro dos prazos acordados com os fornecedores, valor que continua em queda desde setembro do ano passado.

"Esta descida é transversal a todas as regiões do país e setores de atividade, ainda que se destaque pela negativa as empresas dos transportes, que apresentam níveis de cumprimento das datas acordadas abaixo de 10%, referiu a Informa D&B.

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