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Empresas de distribuição de gás natural querem investir 306,5 milhões

As empresas de distribuição de gás natural preveem investir 306,5 milhões de euros nos próximos cinco anos, com a REN Portgás Distribuição e o grupo Galp a serem responsáveis por cerca de 80% do montante previsto.

Empresas de distribuição de gás natural querem investir 306,5 milhões
Notícias ao Minuto

20:23 - 10/12/18 por Lusa

Economia Cinco Anos

De acordo com as propostas de Plano de Desenvolvimento e Investimento das Redes de Distribuição para o período 2019-2023, os montantes totais de investimento ascendem a um total de 306,5 milhões de euros, e as maiores fatias de investimento dizem respeito à REN Portgás Distribuição e ao grupo Galp, destacando-se igualmente o crescimento da dimensão da Sonorgás que, de cinco licenças, passou a deter 23 licenças.

Segundo a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ESRE), o investimento previsto representa um acréscimo de 11,8% em comparação com o montante global das propostas dos planos anteriores e um acréscimo de 12,9% face ao montante global reportado à ERSE como executado e entrado em exploração no horizonte 2013 a 2017.

Em termos desagregados, a REN Portgás prevê investir 129 milhões de euros até 2023 e o grupo Galp 125,2 milhões de euros, o que se traduz em crescimentos de 17,4% e 14%, respetivamente.

A REN Portgás pretende expandir a rede em dois novos concelhos - Caminha e Paredes de Coura -, enquanto o investimento da Galp não prevê expansão da rede a novos municípios, mas antes "saturar" a infraestrutura existente com novos pontos de abastecimento, um crescimento de 7% do número relativamente a 2017.

Nas propostas de investimento nas redes, que estão desde hoje em consulta pública na página da internet da ERSE, os operadores aumentam as previsões de distribuição de gás natural para o período 2019 a 2023, com base na retoma do nível de consumo desde 2016, contudo ainda sem atingir os valores anteriores à crise.

Em contrapartida, há uma revisão em baixa da evolução dos pontos de abastecimento para o período do atual plano comparado com o anterior, o que "está maioritariamente relacionada com o atraso da expansão da rede da Sonorgás aos novos polos de consumo, cujas licenças foram atribuídas em 2016", acrescenta.

Depois da consulta pública e do parecer da ERSE que é não vinculativo, a última palavra sobre os investimentos propostos cabe ao Governo.

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