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Rebocadores preparam manifestação contra preço do gasóleo

A empresas de reboques irão manifestar-se antes do final do ano em protesto contra o aumento do gasóleo profissional, segundo um comunicado da ARAN -- Associação Nacional do Ramo Automóvel.

Rebocadores preparam manifestação contra preço do gasóleo
Notícias ao Minuto

17:36 - 12/11/18 por Lusa

Economia ARAN

A associação esteve reunida na sexta-feira com "representantes da maioria das empresas nacionais de pronto-socorro", depois de um comunicado enviado no dia 5 de novembro, no qual a associação "chamou a atenção para o aumento constante do preço do combustível, para os efeitos perniciosos do respetivo custo para estas empresas, preocupações expostas em reunião no Ministério das Finanças em setembro, que necessitam de rápida intervenção".

Já no comunicado enviado hoje, a entidade deu conta de que nessa reunião "foi decidida a realização de uma manifestação dos profissionais da atividade de pronto-socorro, a decorrer em Lisboa ainda este ano, tendo como objetivo principal a reivindicação de gasóleo profissional, bem como de outras medidas suscetíveis de atenuar o elevado custo do gasóleo para estas empresas".

A data para a ação não foi anunciada.

No dia 05 de novembro, a entidade avançou que "os rebocadores estão a preparar a organização e mobilização dos profissionais desta atividade com vista a uma paralisação nacional, à semelhança do que aconteceu no ano de 2008. Esse não é o cenário que o setor pretende, mas a falta de resposta e sensibilidade das companhias de assistência em viagem e das autoridades responsáveis não está a deixar alternativa", referiu a ARAN.

Segundo a associação, as empresas que se dedicam à prestação de serviços através de veículos de pronto-socorro "têm vindo a confrontar-se com enormes dificuldades decorrentes do aumento exponencial do preço do gasóleo" e, se já viviam "um cenário muito complicado" quando os valores do combustível eram mais baixos, "hoje é praticamente impossível aos empresários conseguirem operar".

"A descida de três cêntimos no Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP) para a gasolina, anunciada pelo ministro das Finanças, é uma medida positiva, mas que deixa de fora não só este setor como a maioria das empresas nacionais", sustentou a associação, esclarecendo que a maioria das empresas utiliza viaturas a diesel, já que podem assim deduzir metade do IVA de cada litro de gasóleo, o que não é possível na gasolina.

Conforme salientou a ARAN, só entre agosto e outubro, o preço do gasóleo simples passou de 1,359 euros para 1,426 euros, sendo que se se recuar a agosto de 2016 "então a diferença é abissal, dado que naquela data o custo por litro do diesel simples era de 1,095 euros", o que representa uma subida de 30% em dois anos.

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