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Malparado das empresas e famílias volta a cair de maio para junho

O crédito malparado das famílias e das empresas diminuiu para 12.400 milhões de euros em junho face ao mês anterior, representando 6,62% do total dos empréstimos concedidos, segundo divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).

Malparado das empresas e famílias volta a cair de maio para junho
Notícias ao Minuto

13:02 - 14/08/18 por Lusa

Economia Banco de Portugal

De acordo com números divulgados hoje pelo banco central, no final de junho o total de empréstimos concedidos pela banca às famílias e às empresas totalizava 187.215 milhões de euros, dos quais 12.400 milhões de euros eram considerados créditos vencidos, o equivalente a 6,62% do total dos empréstimos.

O malparado das empresas e famílias tem vindo a descer praticamente todos os meses desde o final de 2016, depois de ter representado mais de 9% do total dos empréstimos concedidos. Desde março deste ano representa menos de 7% do total dos créditos.

A redução dos empréstimos vencidos nas empresas, que desceram de 8.626 milhões de euros para 8.302 milhões de euros no último mês do ano, justifica a maior parte da queda de 527 milhões de euros do montante de crédito malparado entre maio e junho.

Em junho, o crédito de cobrança duvidosa nas empresas passou a representar 11,49% do total de 72.236 milhões de euros de créditos concedidos, quando no mês anterior significava 11,87% dos 72.700 milhões de euros emprestados.

Já quanto aos créditos atribuídos às famílias houve uma diminuição 203 milhões de euros do malparado em junho face a maio, para 4.098 milhões de euros, passando a representar 3,56% do total de 114.979 milhões de euros emprestados pela banca às famílias.

No final de maio, o crédito de cobrança duvidosa nas famílias totalizava 4.301 milhões de euros, o que representava 3,74% do total concedido (114.891 milhões de euros) nesse mês.

Dos empréstimos a particulares, 92.837 milhões de euros correspondiam a créditos à habitação em junho, dos quais 2,04%, ou seja, 1.894 milhões de euros eram de cobrança duvidosa, o que representa uma descida face a maio (2,15%).

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