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Trabalhadores de hipers e supermercados em greve em 12 de setembro

Os trabalhadores dos hipermercados, supermercados e outros estabelecimentos da grande distribuição vão fazer greve em 12 de setembro, segundo informação da CGTP, com base nas informações do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP).

Trabalhadores de hipers e supermercados em greve em 12 de setembro
Notícias ao Minuto

18:30 - 13/08/18 por Lusa

Economia CESP

Segundo a informação publicada esta segunda-feira, os trabalhadores vão paralisar durante todo o dia de 12 de setembro para reivindicar a "revisão do contrato coletivo de trabalho sem redução do valor pago pelo trabalho suplementar".

Na lista de reivindicações está ainda o "aumento dos salários de todos os trabalhadores e o fim da tabela B e a equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém à carreira dos operadores de loja/supermercado".

Em abril, os trabalhadores do setor da distribuição realizaram uma quinzena de luta e realizaram um dia de greve no 1.º de Maio.

No Dia do Trabalhador, Isabel Camarinha, dirigente do CESP, referia alegadas "substituições ilegais" de trabalhadores em greve em determinados supermercados e fez um balanço "muito positivo" da paralisação.

Por seu lado, a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), cujas associadas empregam cerca de 120 mil trabalhadores, indicou, nessa altura, que a greve teve "um impacto residual".

Nos últimos anos, o CESP tem emitido sempre um pré-aviso de greve para 01 de maio, para permitir aos trabalhadores do setor a comemoração do Dia do Trabalhador, data para a qual reivindicam o direito ao gozo deste feriado celebrado internacionalmente.

Este ano, a paralisação culmina uma série de ações de luta no setor da distribuição, que incluiu greve, concentrações e plenários dos trabalhadores do grupo Sonae, do Pingo Doce, Aucham, Aldi, Lidl, Minipreço e Fnac.

Na base do conflito está a falta de resposta das empresas de distribuição ao caderno reivindicativo apresentado pelos representantes dos trabalhadores, que prevê, nomeadamente, aumentos salariais para todos os funcionários e o fim da desregulação dos horários de trabalho.

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