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Indústria britânica quer soluções para o pós-Brexit. Imigração será chave

A Confederação da Indústria Britânica (CBI) defendeu hoje que os objetivos do Reino Unido para reduzir a imigração devem ser abolidos após a saída do país da União Europeia, o chamado 'brexit'.

Indústria britânica quer soluções para o pós-Brexit. Imigração será chave
Notícias ao Minuto

09:27 - 10/08/18 por Lusa

Economia indústria

Na opinião da CBI, as empresas precisam de uma nova política de imigração após o brexit que evite a exigência de vistos para os cidadãos comunitários e que enfatize a contribuição económica que os migrantes podem dar no Reino Unido.

Escolas e hospitais deviam receber financiamento adicional em regiões onde há uma alta procura por vagas devido ao aumento da imigração, considera a CBI num relatório intitulado "Aberta e Controlada - Uma Nova Abordagem à Imigração".

A confederação fez esta recomendação numa altura em que permanece a incerteza sobre se Londres e Bruxelas conseguem chegar a um acordo sobre os termos da retirada britânica do bloco europeu - em março de 2019 - e a futura relação comercial entre ambas as partes.

O governador do Banco de Inglaterra, o canadiano Mark Carney, defendeu recentemente que é possível que não haja acordo para a saída do Reino Unido da UE.

O diretor geral da CBI, Josh Hardie, disse hoje que as empresas consultadas - 12 mil de 18 setores diferentes - enfatizaram a importância da imigração e têm um sistema que lhes permite contratar o pessoal de que necessitam.

"Isso não é mais um debate teórico, é sobre o futuro do país e a abertura e o controle (da imigração) não devem ser apresentados como opostos", acrescentou o executivo.

"Muitos setores já enfrentam escassez (de pessoal), de enfermeiras a técnicos de software", sublinhou.

O Reino Unido e a UE pretendem chegar a acordo sobre o quadro das futuras relações bilaterais para o Conselho Europeu de outubro, embora, no momento, existam diferenças em relação à última proposta enviada por Londres a Bruxelas, no passado dia 12 de julho.

Esse plano, conhecido como "Chequers", contempla, entre outras coisas, a criação de um mercado comum de bens e produtos agrícolas, o que levaria a alfândega britânica a arrecadar impostos em nome dos 27, algo que não é bem visto por alguns deputados.

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