Segundo a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), os produtos que estiveram "mais dinâmicos" nas exportações foram o vestuário e acessórios de malha, com um acréscimo absoluto de 36 milhões de euros (+3%), os tecidos impregnados, revestidos, recobertos ou estratificados e artigos para usos técnicos de matérias têxteis, com mais 24 milhões de euros (+18%) e as fibras sintéticas ou artificiais descontínuas, cujas vendas aumentaram 13 milhões de euros (+10%).
Nas exportações para países não comunitários, que cresceram 6%, é destacado o desempenho da China, para onde as vendas aumentaram 62% (mais 11 milhões de euros), a Suíça (+24% ou seis milhões de euros), a Macedónia (+109% ou cinco milhões de euros) e os EUA (mais 3%, equivalentes a 3,5 milhões de euros).
No entanto, refere a ATP, os destinos que registaram maior crescimento absoluto foram a Itália (+41 milhões de euros, ou seja, +33%) e a Holanda (+12 milhões de euros, equivalentes a +12%).
Já a Espanha foi o destino que assinalou a maior queda nas exportações até junho (menos 18 milhões de euros, ou seja, -5%), seguida do Reino Unido (menos 14 milhões de euros, ou seja -6%).
No primeiro semestre, a balança comercial dos têxteis e vestuário registou um saldo de 623 milhões de euros, com uma taxa de cobertura de 130%.