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Volume de depósitos sob reserva do banco central volta a cair em junho

O volume de depósitos em moeda nacional e estrangeira dos bancos comerciais angolanos sob reserva do Banco Nacional de Angola (BNA) caiu em junho, pelo segundo mês consecutivo, cerca de 3%, a segunda quebra mensal em 2018.

Volume de depósitos sob reserva do banco central volta a cair em junho
Notícias ao Minuto

09:30 - 12/07/18 por Lusa

Economia Angola

Segundo dados preliminares do BNA sobre o panorama monetário angolano, compilados hoje pela agência Lusa, estas reservas obrigatórias desceram em junho para 1,103 biliões de kwanzas (3.760 milhões de euros, depois de já terem caído para 1,134 biliões de kwanzas (3.860 milhões de euros) em maio.

Em causa nestes dados estava a obrigatoriedade de os quase 30 bancos comerciais que operam em Angola constituírem reservas sobre os depósitos à ordem do BNA, que fixou taxas de 15% do total em moeda estrangeira e 30% em moeda nacional.

Em maio, o banco central voltou a reduzir o coeficiente das Reservas Obrigatórias, em moeda nacional, de 21% para 19%.

Os depósitos em moeda nacional e estrangeira dos bancos comerciais angolanos tinham renovado em abril o valor mais alto do histórico disponibilizado pelo BNA, ao atingirem o pico de 1,170 biliões de kwanzas (3.990 milhões de euros).

Em dezembro de 2017, o volume de depósitos em moeda nacional e estrangeira cifrava-se em 1,090 biliões de kwanzas (5.850 milhões de euros, à taxa de câmbio de 31 de dezembro).

Na denominada "reserva bancária" contavam-se no final de junho de 2018 depósitos obrigatórios em moeda estrangeira no valor de 182.218 milhões de kwanzas (621 milhões de euros) e em moeda nacional de 673.662 milhões de kwanzas (2.296 milhões de euros), estando os restantes em regime de reserva livre.

Nos últimos cinco anos - período disponibilizado na análise do BNA -, o valor total mais baixo destas reservas bancárias registou-se em 2012, com 671.325 milhões de kwanzas (5.300 milhões de euros, ao câmbio de então).

Angola vive uma grave crise financeira e económica, decorrente da quebra da cotação do barril de crude no mercado internacional, situação que se reflete ainda na falta de divisas no país, o que dificulta nomeadamente as importações, provocando várias restrições na gestão de moeda estrangeira.

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