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Fernando Pinto: Deve haver paz social na TAP e ainda decorrem negociações

O antigo presidente executivo da TAP, Fernando Pinto, destacou hoje a importância de haver "paz social" na companhia, afirmando que, depois do acordo com pilotos, ainda decorrem negociações com trabalhadores.

Fernando Pinto: Deve haver paz social na TAP e ainda decorrem negociações
Notícias ao Minuto

18:46 - 19/06/18 por Lusa

Economia TAP

importante ter paz social para todos juntos pensarem no futuro da empresa e enfrentar a concorrência, que é muito pesada", disse o atual consultor do Conselho de Administração da transportadora aérea, durante um voo de teste de um novo avião da TAP.

Fernando Pinto lembrou que a companhia alcançou um acordo com os pilotos, que "foi importante", e que agora também está a negociar "com o pessoal de cabine".

"E tem procurado fazer algo a mais longo prazo, o que eu acho extremamente interessante e positivo", considerou Fernando Pinto, que liderou a empresa durante 17 anos, até janeiro passado.

O atual consultor notou que a TAP "vinha de um processo de pequenas alterações salariais nos últimos 10 anos", pelo que havia uma "certa desfasagem".

Em abril, a atualização salarial dos pilotos passou a prever aumentos de 5% este ano e no próximo, de 3% em 2020 e de 1% em 2021 e 2022, mais a correção da inflação estimada em 9,4%.

O acordo prevê ainda para os próximos cinco anos uma revisão das anuidades, subsídio de turnos, subsídio de refeição e subsídio de certificação.

Já este mês, também o Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (SITAVA) informou ter fechado um acordo de atualização salarial com a TAP para os próximos cinco anos, que prevê um aumento de 5% este ano e, pelo menos, 7% nos quatro anos seguintes.

Nesta apresentação do Airbus 330-900 entre a fábrica, em Toulouse, e Lisboa, Fernando Pinto notou o "pequeno atraso na entrega" pela fabricante, algo que considera "normal" tendo em conta que a TAP é o cliente do lançamento.

"Mas o mais importante de tudo é ver um projeto indo para a frente", que começou no 'hub' (placa giratória) de Lisboa e permitiu a "sustentação para a empresa", o seu crescimento e chegar à privatização, que inclui "visão nova e capacidade de investimento".

Os novos acionistas fizeram, então, o pedido de 53 novos aviões de fábrica, um número que atualmente é de 71 aparelhos, referiu o antigo 'homem-forte' da TAP, que mais uma vez multiplicou elogios à equipa que lhe sucedeu, liderada por Antonoaldo Neves.

A TAP é detida em 50% pelo Estado, através da Parpública, em 45% pelo consórcio da Atlantic Gateway e em 5% pelos trabalhadores.

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